sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A pura verdade Sobre o Natal



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- A PURA VERDADE SOBRE O NATAL
    De onde veio o costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do paganismo? Eis aqui verdade surpreendente que o alarmará! Faça um texte. Que sabe o leitor sobre a origem da Árvore de Natal, do "Papai Noel", da coroa de azevinho, da acha de Natal, e do costume de trocar presentes?
     Era noite de Natal. as crianças com ajuda dos pais, tinham feito o presépio, armado a àrvore de Natal, colocando os sapatinhos na janela e dormido cedo ansiosas pela chegada do Papai Noel (em Portugal conhecido por Pai Natal) carregado de presentes. Ao amanhecer do dia 25 de dezembro deparam-se com muitos embrulhos, brinquedos e doces pendurados na àrvore de Natal, toda iluminada por lâmpadas pisca-piscas e decorada com enfeites cintilantes. Os pais asseguravam-lhes que tudo aquilo fora trazido por Papai Noel durante a noite enquanto dormiam.
    Acaso as crianças duvidavam do que os pais lhes diziam? Claro que não! Aceitavam-no como verdade. E ao leitor, não lhe aconteceu o mesmo?
 Pare e pense por um momento!
     Muitos, nunca se detém para pensar no PORQUÊ acreditam no que acreditam, no PORQUÊ seguem determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascemos de um mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceitá-los sem discussão. Por quê? Instinto de ovelha?
    Bem mais do que isso. Por natureza temos a tendência de fazer o mesmo que os outros, ainda que estejam errados. As ovelhas seguem em direção ao matadouro, confiantemente, porém, os seres humanos têm a obrigação de examinar o caminho que seguem.
- Como / Quando surgiu o Natal pela primeira vez?
 
 
 
     Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro?
    Será que os primeiros apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente, celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro? Será que alguma vez o celebraram em qualquer outro dia?
    Se o Natal é uma das maiores festas cristãs, por que será que todos os pagãos o celebram também? Você sabe?
    Por que nessa época se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Se é por causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino Jesus, a resposta poderá surpreender.
    A maioria das pessoas "supõe" muitas coisas sobre o Natal que não são verdades. Vamos agora parar de fazer suposições e conhecer os fatos!
    A palavra "Natal" tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao protestantismo e ao resto do mundo.
    E então, de onde tirou a Igreja Católica Romana? Não saiu do Novo Testamento - Não foi da Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo - todavia, sabe-se que lentamente foi absorvida do paganismo pela Igreja Católica Romana a partir do quarto século.
    Desde que a celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica Romana, e ela é a única autoridade que aprova, vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título "Natal".
    "O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios da festa provêm do Egito." "Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal".
    Também nas mesmas enciclopédias, sob o tema "Dia do Natal", encontramos que Origenes, um dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: "... Não há registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), que se rejubilam grandemente com o dia em que nasceram neste mundo."
    A Enciclopédia Britânica edição de 1946, afirma: "O Natal não era contado nas primeiras festas da Igreja..." "Não foi instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo."
    A Enciclopédia Americana, edição 1944, declara:
    "O Natal...não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A "comunhão", instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento de Cristo) no século IV. No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."
    Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era - um período maior do que a história inteira do Brasil como uma República independente! Foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã. Senão a partir do século V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!
    Jesus não nasceu em 25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno!
    Quando Jesus nasceu,  "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8)
    Isto nunca poderia ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.
    Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e am Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a moite.
    "Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas", afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).
    A seguir esta mesma autoridade declara: "Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo e tempo que permaneciam fora..." as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. E como os pastores não haviam ainda recolhido os seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica... Veja as citações dos "Talmudistas em Lightfood."
    "Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifiaca este fato."
    A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que, fortemente indicam que foi no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
    Se Deus desejasse que guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria ocultado tão completamente a data exata. Como este costume pagão foi absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume pagão?
    A New Schaff-herzog Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o "Natal".
    Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.
    Lembre-se que o mundo romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número, embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmonível do paganismo, o mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se divertiam! Não queriam renunciá-la!
    Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a apovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora "convertidos" em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.
    E assim foi que "o Natal" se enraizou em nosso mundo Ocidental!
    Não importa que usemos outro nome, continua sendo a mesma valha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome" Chame um coelho de leão se quiser, porém continuará sendo um coelho.
    E da Enciclopédia Britânica: "A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto."
- A verdadeira origem do Natal
    Então, se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?
    O Natal é a principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É  verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio!
    Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".
    Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
    Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore "sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"!
    Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do Céu"dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
    Portanto durante os séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos, popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" (Maria após o nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as escrituras - Mateus 1:24-25 - "E José, tendo despertado do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta doutrina satãnica pagã) especialmente durante a época do Natal. Os postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as músicas da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após ano esse tema popular da "virgem e o menino".
    Nós que nascemos num mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo santas e sagradas. nunca investigamos para ver de onde vieram - se vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica.
    Causa-nos um choque conhecer a verdade - alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura verdade, porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1 "Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira - João 8:13-16 -  "Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro.
Respondeu-lhes Jesus: Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro; porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo. E, mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou." João 8:30-32 - " Falando ele estas coisas, muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:40-47 - "Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade que de Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai. Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque não podeis ouvir a minha palavra.
    Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por que não me credes?
    Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de Deus."
    No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu") nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo. 11:24-26; Jo. 13:14-17). Portanto os antigos "Mistérios Caldeus" idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.
 - Papai Noel
 
 
     Alguém dirá: Certamente que o velinho tão querido, "Papai Noel", não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!
    O nome "Papai Noel" é uma corruptela do nome "São Nicolau" um bispo romano que viveu no século V. Leia na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda de sua dádiva oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido..." diz se ter originado o costume de dar presentes as escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo subtituir Papai do Céu.
    Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal. Contam-lhes esta tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a acreditar também que Deus é um mito?
    Um rapazinho, sentindo-se triste e disiludido sobre a verdade de Papai Noel, comentou com o seu companheirinho: "Eles vão ver. Vou investigar também essa história de Jesus Cristo". É um ato cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus declara: "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo." (Êxodo 20:16). Pode ser que pareça certo, e que seja justificável pela razão humana, porém Deus acrescenta: "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte." (Provérbios 14:12).
    O "velinho" de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho! Satanás também se mostra como "anjo de luz" para enganar! (veja IICo 13:14; Apo. 12:9) Haverá uma conexão?!
    E assim, quando examinamos os fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a prática da observância do Natal não é, afinal, uma prática cristã verdadeira, porém um costume pagão - um dos caminhos de babilônia que o mundo continua seguindo!
- A árvore de Natal e a coroa de azevinho
 
     O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal! Isto será uma suspresa real para muitos, mas aqui está.
    Jeremias 10:2-4 - "Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova."
    Deus nos ordena não imitar esse caminho nem segui-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar que isso significa que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos à festividade gentílica. As idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver novamente em Tamuz! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores, contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por ignorância.
    Outros costumes pagãos, além dos costumes tradicionais de Natal que observamos, sem percebermos, importamos outros mais que, por serem de origem pagã, são logo colocados com entusiasmo como: "a coroa de azevinho" às vezes conhecida por "coroa de Natal", o qual se enfeita a porta de muitos lares "cristãos"e o madeiro que se queima em lareira durante o Natal, às vezes chamados de "acha de Natal" são relíquias de eras pré-cristãs (isto é, pagãs), segundo a Enciclopédia Americana.
    Frederick J. Haskins no seu livro Answers to Questions (Respostas a indagações), refere-se à coroa e a árvore de Natal. As autoridades no assunto acreditam poder identificar o uso da coroa de azevinho com os "costumes pagãos de decorar as residências, os edifícios e os lugares de culto religioso, na festa em que ocorria durante o tempo em que se comemora o Natal. A árvore de Natal vem do Egito, e sua origem data de um período muito antes da era natalina".
    Até mesmo acender lenhas em fogueiras e velas como cerimônia cristã é meramente perpetuação de um costume pagão de estimular o deus-Sol em declínio quando ele atinge o ponto mais baixo ao Sul da abóboda celeste!
Topo
    E a troca de presentes, não será bíblica? O ponto culminante de toda esta observância natalina - a época de fazer compras de Natal - De comprar e trocar presentes com familiares e amigos - muitos exclamarão em triunfo "Bem, pelo menos a Bíblia assim nos diz para proceder! Não deram presentes os Reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?"
    Novamente encontraremos mais surpresas ao conhecermos a pura verdade. Antes porém vamos examinar a origem histórica dos costumes de dar e receber presentes para depois ver o que a Bíblia nos diz a esse respeito.
    Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, citamos o seguinte: "A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália" e deve ter sido adotada do mundo pagão pelos cristãos, como plenamente mostra a admoestação de tertuliano.
    O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo, ainda que pareça estranho! Isto não comemora o nascimento de Cristo, nem honra o nascimento nem a pessoa dele!
    Suponha que sua mãe esteja fazendo aniversário. e por isso deseja honrá-la neste dia, você compraria presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de seus amigos e familiares, e ignoraria qualquer presente para aquela que cujo nascimento deseja honrar? Bastante absurdo quando visto desta forma não é?
    No entanto é precisamente isto que fazem as pessoas por todas as partes do mundo! Honram um dia no qual Cristo não nasceu, gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presentes, para trocar um e com outro de seus amigos e familiares. O mês de dezembro costuma ser o mês mais pobre para a OBRA DE CRISTO! Todos estão ocupados trocando presentes entre si para lembrarem dele e da sua obra, pelo que parece é que eles têm que se equilibrar pelas dívidas feitas por causa do Natal, assim, raramente retornam ao normal, no apoio de Cristo e sua obra, senão por volta do mês de março!
 
     Agora considere o que a Bíblia diz a respeito das ofertas que os Reis magos deram quando Cristo nasceu. Está em Mateus 2:1-11 - "Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo. O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo. Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel. Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.
    Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra." Dádivas oferecidas a Cristo? Note, inquiriram pelo menino Jesus. Nascido Rei dos Judeus! Então por que lhe ofereceram dádivas? Por ser dia do seu aniversário? De maneira alguma pois chegaram muitos dia ou semanas depois da data de seu nascimento: Seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos presentes uns com os outros? Não, note cuidadosamente! eles deram as ofertas a Cristo, não para os amigos e parentes deles, ou qualquer outro!
    Por que? Permita-me transcrever o que diz Adam Clarke, em seu Adam Clarke Commentary, vol. V pág. 46 , vers.11 (oferta-lhe dádivas).
    "Os povos do Oriente nunca chegam na presença de Reis ou de grandes personagens sem um presente nas mãos."
    O costume é freqüentemente encontrado no Velho Testamento, e está em vigor no Oriente, inclusive em algumas ilhas descobertas recentemente nos mares do Sul.
    Eis o motivo! Os reis magos não estavam instituindo um novo sistema cristão de permuta de ofertas com amigos para honrar o nascimento de Cristo! Agiam conforme ao antigo costume Oriental de levar ofertas ao apresentar-se diante de um rei. Eles compareciam perante a presença do Rei dos Judeus em pessoa. Portanto o costume ditava que ofertassem alguma dádiva, da mesma que a Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um Chefe de Estado levam consigo um presente.
    O costume de dar e receber presentes de Natal não tem nada a ver com esse incidente registrado nas Escrituras, porém, de fato, é a continuação de um antigo costume pagão. Em vez de honrar a Cristo, tal costume invariavelmente retarda a sua obra, freqüentemente dificultando-a cada ano na época do Natal.
    Há um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal. Muitos ainda insistem: "mesmo assim, muito embora o Natal foi um costume pagão honrando o falso deus-Sol, não mais se observa o Natal para honrar o falso deus, mas sim para honrar a Cristo". Porém, como responde Deus em sua Palavra?
    Deuteronômio 12:1-2 -  "São estes os estatutos e os preceitos que tereis cuidado em observar na terra que o Senhor Deus de vossos pais vos deu para a possuirdes por todos os dias que viverdes sobre a terra. Certamente destruireis todos os lugares em que as nações que haveis de subjugar serviram aos seus deuses, sobre as altas montanhas, sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa;" Deuteronômio 12:30-32 -  " Guarda-te para que não te enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? pois do mesmo modo também farei eu. Não farás assim para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses. Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás."
    Deus afirma plenamente em seu livro de instruções para nós, que não vai aceitar esse tipo de culto, muito embora feito com a intensão de honrá-lo. Para Ele você está usando o que lhe é abominável, e assim honra não a Ele, mas aos falsos deuses pagãos.
    Jesus disse plenamente: "Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4:24). E o que é a verdade? A Palavra de Deus - AS ESCRITURAS SAGRADAS - Deus não aceitará quando alguém usar de costume ou maneira pagã de culto para tentar honrar,com isso, a Cristo.
    Ter uma árvore de Natal em casa é o mesmo que ter uma imagem ou ídolo "santo". Certamente você deve questionar! "Eu tenho, mas não adoro". Mas Deus diz " NÃO TERÁS OUTROS DEUSES ALÉM DE MIM"
    Êxodo 20:1-6 -  "Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos."
    Em João 17:17 Jesus ora ao Pai para que fôssemos santificados na verdade e reforça, "a tua Palavra é verdade". A Bíblia diz que Deus não aceitará quando alguém usar de costume ou maneira gentílica de culto para tentar honrar a Cristo.
    Novamente Jesus disse: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem." (Mateus 15:9). A OBSERVÂNCIA DO NATAL É PRECEITO DE HOMENS e isto foi proibido por Deus como já vimos.
    Além disso, Jesus disse: " E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus." (Mateus 15:6).
    É precisamente isto o que, hoje, milhões de pessoas estão fazendo. IGNORAM O MANDAMENTO DE DEUS! Ele ordena com respeito ao uso de costumes pagãos para honrar ou adorar a Deus "Não farás assim com o Eterno teu Deus". Mesmo assim a maioria não leva a sério este mandamento, antes considera-o sem valor e segue a tradição dos homens em observar o Natal.
    Não se enganem! Deus não vai permitir que O desafiem e O desobedeçam.
    Jesus é a palavra de Deus viva em pessoa, e a Bíblia é a Palavra de Deus em forma de Escrita.
    E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.
    A Palavra de Deus não pode ser desprezada ou ignorada. Estamos em Babilônia (confusão) e não sabemos, o Natal tornou-se em uma festa comercial patrocinada e explorada pela mais forte campanha publicitária do ano. Em muitas lojas encontra-se alguém mascarado de "Papai Noel". A propaganda nos mantém iludidos e enganados com a "beleza do espírito do Natal".
    Os jornais que publicam esses anúncios, também imprimem editoriais em linguagem colorida, exaltando e elogiando a época pagã e o seu "espírito".
    O público crédulo e simples já se encontra tão inoculado com esta falsidade, que muitos ficam ofendidos quando se lhes diz a verdade. Porém o "espírito do Natal" é revivido cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias! Igual a todos os enganos de satanás, o qual aparece como um "anjo de luz" "E não é de admirar, porquanto o próprio satanás se disfarça de anjo de luz" (IICo 11:14). O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Milhões de Reais são gastos nesses disperdícios de mercadoria a cada ano, enquanto a causa de Cristo deve sofrer! Isto faz parte do sistema econômico de Babilônia! Nós alegamos que somos nações cristãs, porém sem o saber, estamos em Babilônia, tal como predisse a profecia bíblica , Apocalipse 18: "Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória. E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável. Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque os seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. Tornai a dar-lhe como também ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro. Quanto ela se glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e de pranto; pois que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e de modo algum verei o pranto. Por isso, num mesmo dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será consumida no fogo; porque forte é o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, que com ela se prostituíram e viveram em delícias, sobre ela chorarão e prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; e, estando de longe por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento. E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém compra mais as suas mercadorias: mercadorias de ouro, de prata, de pedras preciosas, de pérolas, de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e toda espécie de madeira odorífera, e todo objeto de marfim, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela, especiarias, perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite, flor de farinha e trigo; e gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos, e até almas de homens. Também os frutos que a tua alma cobiçava foram-se de ti; e todas as coisas delicadas e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão. Os mercadores destas coisas, que por ela se enriqueceram, ficarão de longe por medo do tormento dela, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai da grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas! porque numa só hora foram assoladas tantas riquezas. E todo piloto, e todo o que navega para qualquer porto e todos os marinheiros, e todos os que trabalham no mar se puseram de longe; e, contemplando a fumaça do incêndio dela, clamavam: Que cidade é semelhante a esta grande cidade? E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência! porque numa só hora foi assolada. Exulta sobre ela, ó céu, e vós, santos e apóstolos e profetas; porque Deus vindicou a vossa causa contra ela. Um forte anjo levantou uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será achada. E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e em ti não mais se ouvirá ruído de mó; e luz de candeia não mais brilhará em ti, e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra."
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 - Orientação:
    Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos, somos surpreendidos por situações que ficamos chocados e atônitos, que nos trazem até embaraços para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto a festividade iniciada na Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?
    1 - Tirá-la totalmente do nosso coração. Lançar fora toda dependência sentimental da data do Sol Invictus (25 de dezembro)
    2 - Instruírmos nossos filhos e discípulos: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." João 8:32
    3 - Nos livramos de todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.
    4 - Não ficarmos sujeitos financeiramente à comidas importadas típicas. É um dia como qualquer outro.
    5 - Resistirmos ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se ouverem dívidas. Vigiar as "ofertas do Papai Noel". Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova etc. ("Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas." Mateus 6:24).
    6 - Devemos aproveitar a data ("Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade." Colossenses 4:5) para estar com parentes e amigos em suas casas falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o "aniversariante" quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.
    7 - Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições.
    8 - Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: - Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)!
" E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

JESUS - O MODELO DE VIDA EM DEUS

Objetivo: Levar os discípulos a entenderem o verdadeiro significado do termo cristão.

Quebra-gelo: Sugiro que você traga para a reunião de sua célula algumas formas de bolo, pão, empada, etc. A idéia é explicar que a forma modela o que é preparado em seu interior. Me lembro de que quando criança minha mãe teve uma forma de bolo em formato de coração – parecia que o bolo ficava muito mais gostoso naquele formato!

Transição para o estudo: Jesus Cristo é a forma, o molde onde devemos derramar nossas vidas. Por isso a Bíblia diz que Ele é o primeiro (o primogênito) de muitos filhos (Rm 8:29 Pois aqueles que de antemão conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de Seu Filho, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos.)

I.Onde surgiu o termo cristão:  Em Antioquia da Síria, onde surgiu uma grande Igreja missionária, que teve como seus pastores Barnabé e Paulo (leia Atos 11:25). Um cristão é alguém que imita, procura se parecer o máximo com Jesus Cristo.

II.Devemos aprender a ser como Jesus Cristo! Foi isto que o apóstolo Paulo recomendou em I Co 11:1 Tornem-se meus imitadores, como eu sou de Cristo.

III.Para alguém ser como Cristo é preciso aprender! O aprendiz é chamado na Bíblia de discípulo. Leia em Lc 14:25-34 e explique as qualidades de um discípulo de Jesus: 

a) Para ser discípulo de Cristo é preciso amá-lo acima de todas as coisas! (v. 26). E este amor é nada mais do que a retribuição do amor que Ele mesmo tem por nós!

b) Para ser discípulo de Cristo é preciso morrer e nascer para uma vida consagrada a Ele (v. 27). Carregar a cruz e seguí-lo significa sacrificar-se para Ele. Para que os irmãos entendam bem isto compartilhe Gl 2:20, onde Paulo diz que não vive mais para si mesmo, mas para Jesus.

c) Para ser discípulo é preciso entregar-se completamente (v. 33). Tudo que você é e tudo o que possui tem que estar debaixo do governo de Jesus Cristo.

d) Como saber se alguém é verdadeiramente discípulo de Jesus? Pelo sabor! (v. 34). A influência de Jesus na vida se assemelha ao sabor do sal. O mundo clama por verdadeiros discípulos de Jesus; em contrapartida, falsos discípulos são inúteis, assim como o sal insípido.

Conclusão: Lembre-se de frisar bem estas características na ministração para seus discípulos. Leve-os a repetirem os conceitos principais do estudo: Eu sou um imitador de Cristo! Eu sou um discípulo de Jesus porque eu o amo de todo o meu coração. Eu sou um discípulo de Jesus Cristo porque não vivo mais para mim mesmo. Eu sou um discípulo de Jesus Cristo porque entreguei a Ele tudo o que tenho e tudo o que Sou. Sou um imitador de Jesus Cristo porque tenho o sabor dEle em minha vida!

Fonte: ceva.org

UM DIA DE CADA VEZ

Texto Chave: "Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? Visto que vocês não podem sequer fazer uma coisa tão pequena, por que se preocupar com o restante?" (Lc 12.25,26 NVI).
Introdução: Olhando para o futuro! É assim, que a maioria dos profissionais e homens de negócios gastam grande parte do seu tempo: olhando para o futuro buscando antecipá-lo e se preparando para ele.
Planejar nos proporciona um sentido de ordem, direção e propósito. Antecipar o que pode acontecer em futuro próximo pode nos preparar e equipar para reagir de modo apropriado. Sem planejamento e antecipação do que o futuro pode nos revelar, podemos nos descobrir mal equipados para lidar com fatores e influências relacionados ao trabalho e outros aspectos de nossa vida.
Entretanto, boa parte de nosso cotidiano é gasto com o inesperado. Ao acordar não podemos ter certeza do que o dia vai nos trazer. Podemos nos deparar com situações empolgantes como um novo cliente de peso, oportunidade para expandir e diversificar os negócios, aumento de salário ou promoção, visita de um velho amigo, ou algo feliz na família, como podemos também enfrentar queixas de clientes, prazos perdidos, reveses financeiros, grave diagnóstico de saúde ou até mesmo um pneu furado.
Abraham Lincoln, 16.º presidente dos Estados Unidos, colocou a obsessão com o futuro sob perspectiva correta: “A melhor coisa sobre o futuro é que ele chega um dia de cada vez.” A forma como vivermos hoje exercerá grande impacto nas experiências que viveremos no futuro. Fonte eterna de sabedoria, a Bíblia fala sobre o presente e o futuro, inclusive sobre a importância de não se olhar muito além do dia presente.
Consideremos algumas passagens:
. Viva o hoje. “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (Salmos 118.24). Com freqüência cravamos os olhos ansiosamente no futuro com nossas esperanças e sonhos e deixamos de valorizar o presente. Viveremos o hoje somente uma vez. Se passar, jamais recuperaremos as oportunidades que ele nos apresentou.
. Não se aflija com o futuro. “Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal” (Mateus 6.34). Desperdiçamos muita energia nos preocupando e afligindo com o que pode acontecer nos dias por vir. Embora ignorar o futuro seja tolice, só podemos influenciar diretamente no hoje. Se nos esforçarmos para resolver os problemas de hoje, as questões de amanhã poderão ser menos graves do que tínhamos imaginado.
. Valorize cada dia. "Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos!... Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria” (Salmos 90.10,12). O tempo passa muito veloz, fato que se torna mais evidente à medida que envelhecemos. Se encararmos cada dia como presente único e especial, compreenderemos a importância de tentar extrair dele o máximo que pudermos. “
. Evite procrastinação. “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus” (Efésios 5.15-16).
“Amanhã acharei tempo para resolver isto.” Você já disse isto? Geralmente quando o amanhã chega, preocupações mais prementes nos afastam do que adiamos. Procrastinação é doença que mata o tempo e destrói oportunidades longamente acalentadas.
Conclusão: “A melhor coisa sobre o futuro é que ele chega um dia de cada vez.” Que lição você tira dessa afirmação?
Fonte: CEVA

domingo, 28 de agosto de 2011

Amor ou luxúria?

(por Duncan Moore)
Cresci em uma família atéia e foi só quando entrei na faculdade que conheci pessoas cristãs. Elas me pareceram pessoas agradáveis e havia uma qualidade em seus relacionamentos que eu invejava. Ainda que pra mim, parecessem insuportavelmente ingênuos, sua inocência, particularmente na área de moralidade sexual, despertaram minha simpatia. Desde então, meu pensamento mudou radicalmente. Neste artigo quero perguntar se existem razões para levar aquilo que a Bíblia ensina sobre sexo a sério.
Ao contrário do que as pessoas pensam sobre eles, os cristãos não vêem o sexo como uma coisa ruim ou apenas tolerável. Deus criou o sexo e o fez para que fosse bom, muito bom. Sexo não é apenas uma maneira de as pessoas engravidarem, mas também uma intensa, prazerosa e apaixonada manifestação de amor. Deus também designou um contexto para o sexo: o casamento duradouro entre um homem e uma mulher. Já que a atual cultura ocidental abandonou essa idéia, deveriam os cristãos também abandoná-la como irrelevante ou assumir esse princípio como algo atemporal?
Razões práticas para seguir os designos de Deus nos relacionamentos
De um ponto de vista prático, existem inúmeras vantagens para seguir o plano bíblico para o sexo. É um plano que protege você contra doenças sexualmente transmissíveis; o que é uma questão importante para nós e ainda maior em partes do mundo onde a AIDS está devastando comunidades inteiras e também destruindo economias.Também protege pessoas solteiras da gravidez indesejada.
Manter o sexo apenas dentro do casamento é uma forma de evitar as terríveis e dolorosas comparações entre parceiros sexuais. Também nos evita de passar por situações em que um quer o sexo como uma demonstração de amor e intimidade, e o outro apenas para obter um orgasmo.
Um último argumento, é que nossas intenções e desejos sexuais viciam. Já se comparou que nosso desejo sexual tem o motor de uma Ferrari e os freios de uma bicicleta. Se nos empolgarmos e alimentarmos nossos desejos sexuais de forma não sadia, se tornará cada vez mais e mais difícil manter-se fiel dentro de um casamento, com toda a agonia emocional que a infidelidade traz. As estatísticas do número de divórcios refletem as conseqüências dos nossos valores sexuais.
Razões ideológicas
Apenas as razões práticas já seriam suficientes para dar suporte aos ensinamentos bíblicos sobre sexo. Entretanto, existem outras fortes razões para deixar o sexo apenas para o casamento. Deus não criou o sexo apenas para nos trazer orgasmos, mas sim como uma expressão de intimidade física e de amor.
O ato sexual é algo profundamente significativo e, se for mal administrado, seus efeitos podem ser devastadores. Existe uma história maravilhosa sobre um caso jurídico em que um homem processou os fabricantes do seu cortador de grama. O homem acidentou-se ao usar o cortador para aparar uma cerca viva e alegou que nas instruções não havia nada dizendo que o cortador não poderia ser usado para este propósito. De forma semelhante, o sexo tem um propósito, mas por ser algo tão poderoso, pode vir a causar sérios danos se não for usado como mandam as instruções do fabricante.
Para entender a visão da Bíblia a respeito do sexo é preciso entender a diferença entre o amor e a luxúria. O amor valoriza, honra e busca o melhor para seu amado. É focado no outro, não é egoísta, se sacrifica e é inseparável do compromisso. A luxúria, por sua vez, busca usar coisas ou pessoas para suprir seus desejos e necessidades. Concentra-se apenas em si mesma, é de natureza egoísta e não aceita compromissos.
O amor e a luxúria são opostos; estão sempre em conflito um com o outro. A pergunta a ser feita é se nossas relações sexuais são baseadas em luxúria ou em amor: “Eu quero te honrar e te valorizar, entregando-me a você” ou “eu quero usá-lo como instrumento para satisfazer a minha urgência por um orgasmo, usufruindo e usando você”. Se Deus realmente tivesse feito o sexo como expressão de amor, usá-lo para a luxúria seria uma mentira muito prejudicial.
O papel do casamento
O casamento é um mistério profundo. A união de duas pessoas que se transformam em uma. Ele não garante ou impõe o amor, mas, se for levado a sério como um compromisso incondicional e duradouro de fidelidade, certamente vai ajudar a diferenciar amor de luxúria. Assim como o papel de tornassol para testar o nível de presença de ácido, o casamento é um teste para a presença de compromisso. Como sabemos se amamos esse alguém suficientemente para fazermos sexo com ele? A realidade do casamento nos leva à pergunta: estamos pretendendo, ou não, passar o resto da vida comprometidos com essa pessoa?
O casamento também é um ambiente seguro. Somos todos frágeis e falíveis. Então como podemos confiar e nos sentirmos seguros do amor que nosso parceiro tem por nós, diante das nossas fraquezas e falhas? A resposta novamente está no compromisso. Se não há compromisso, então o amor não é verdadeiro e o sexo é reduzido ao orgasmo, que, tecnicamente, não necessita de duas pessoas para ser alcançado.
Conclusão
A luxúria é poderosa e sedutora, é naturalmente egoísta e oposta ao amor. Quando alimentamos e cultivamos a luxúria em nossa vida, somos arrastados inevitavelmente à solidão, insegurança, vazio e isolamento. O que nos resta quando o orgasmo se torna insatisfatório e cansativo, deixando apenas o sentimento de culpa, dor e solidão?
Amor com compromisso com certeza requer muito empenho. São necessários respeito, honra, perdão e sacrifício. Entretanto, esse é o caminho que nos leva para fora de toda solidão, suspeita e desespero que contaminam nossa cultura. Se substituirmos a luxúria pelo amor, acabaremos com uma sensação insignificante que eventualmente perde a graça, e que não satisfaz nada mais que fisicamente.
A intenção de Deus para nós é que estejamos libertos do poder e da escravidão da luxúria e nos tornemos homens e mulheres que amam genuinamente. Todos somos inadequados diante de um Deus que vê o pular de cama em cama e uma mente cheia de pensamentos lascivos como a mesma coisa. Entretanto, ele nos oferece todo o perdão que precisamos para termos um relacionamento íntimo com ele. O amor, que experimentamos em nosso relacionamento com Deus, começa a ser trabalhado em nossos relacionamentos uns com os outros. Nossa escolha é: ou aceitar a oferta de Deus e buscar uma vida de amor através do próprio amor dele ou rejeitar a Deus e continuar por nossa própria conta.


Convidei Jesus para entrar na minha vida (algumas informações úteis…).
Acho que quero convidar Jesus para entrar na minha vida, por favor me explique melhor…
Tenho uma pergunta…
Como começar um relacionamento com Deus

Os milagres da Bíblia realmente aconteceram?

(traduzido por Carolina Souza)
Sua pergunta: “E quanto aos milagres? Você certamente não acredita que os milagres da Bíblia realmente aconteceram, certo?”
Nossa resposta: Se há um Deus, então os milagres são possíveis. Se há um Deus que quer chamar a nossa atenção, então os milagres também são lógicos.
Se você notar, os milagres na Bíblia são feitos ao serviço de alguém: o Mar Vermelho se partiu para permitir que os israelitas o atravessassem em terra seca, um cego recebeu a visão, uma tempestade foi acalmada para aumentar a fé dos discípulos, etc. Deus não está simplesmente se exibindo ao fazer milagres; eles são parte dos Seus atos de compaixão para com as pessoas. Os sinais que Ele deixou registrados na Escritura servem para nos ensinar mais sobre Ele – água transformada em vinho, cegos enxergando, multiplicação dos pães, caminhar sobre as águas…
Jesus insistiu que os milagres que Ele realizou foram para confirmar as Suas palavras. E por meio de Suas palavras, Ele estava dizendo que era o próprio Deus.
Não deveríamos nos surpreender com as coisas incríveis que vemos na Bíblia. Com Deus, todas as coisas são possíveis. Ele é o Criador de tudo, e do nada pode criar algo. Ele pode chamar à existência aquilo que não existia antes. Ele tanto pode fazer isso, que uma mulher estéril de 90 anos de idade dá a luz, ou uma virgem concebe e tem um filho. Nada é difícil demais para o Deus eterno.
“Existe alguma coisa impossível para o Senhor?” (Gênesis 18:14)
“O nosso Deus está nos céus, e pode fazer tudo o que lhe agrada”. (Salmos 115:3)
“Eu sou Deus, e não há nenhum outro; eu sou Deus, e não há nenhum como eu. Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que ainda virá. Digo: Meu propósito ficará de pé, e farei tudo o que me agrada.” (Isaías 46:9,10)
“para Deus todas as coisas são possíveis”. (Mateus 19:26)
“Pois nada é impossível para Deus”. (Lucas 1:37)


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Como começar um relacionamento com Deus

Estamos aqui por obra do acaso?


Sua pergunta: “Por que não podemos estar aqui como resultado do acaso e do tempo? É realmente necessário que exista um Deus?”
Nossa resposta: É impossível que algo surja do nada absoluto, não importam quantos bilhões de anos sejam contados, porque o tempo por si só não é a causa de nada. As coisas podem mudar com o passar do tempo, mas não é o tempo que muda as coisas.
Se houve um tempo em que existiu o nada absoluto, até mesmo a menor existência de qualquer coisa seria um milagre absoluto. A existência da menor partícula de um elemento – que viria do mesmo nada absoluto – seria um milagre ainda maior do que ver um urso polar voando. Pelo menos, no caso do urso polar, há algo palpável: o próprio urso e a realidade do vôo. Quando só se tem o nada absoluto, não temos absolutamente nada em mãos para lidar.
Eis aqui a questão: se alguma vez houve um momento em que existiu o nada absoluto, podemos afirmar que o mesmo nada perduraria até hoje. Então, o acaso somado ao tempo não é uma explicação válida. Dizer que estamos aqui por pura obra do acaso, isto é, que, de alguma maneira, surgimos do nada absoluto, requer muito mais fé do que crer que num Criador Inteligente.
Para saber sobre esse assunto, veja “Será que o Nada alguma vez existiu?”


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Como começar um relacionamento com Deus

Jesus: um apoio para os fracos

(por Sabriya English)
Em um mundo onde as minhas opções para tentar ser bem sucedida vão desde injetar heroína nas minhas veias, a estar envolvida em incontáveis relações sexuais, ou negar meus problemas a ponto de ter um colapso nervoso aos 50 anos de idade, faria sentido depositar minhas esperanças num obscuro carpinteiro com um problema de complexo divino que o levou a morte?
Todas aquelas vezes em que o estresse acadêmico ameaça me jogar de uma torre, faria sentido eu me esconder num canto com um pequeno “deus”, que não tem mais o poder de me criar, nem a habilidade de mover montanhas ou mudar meu comportamento? Não! Se eu vou seguir a Ele ao invés de um bezerro de madeira, meu Deus tem que ser um deus com super poderes, inigualável beleza, soberana autoridade e de consistente graça; qualquer outra coisa seria perda do meu precioso tempo.
Apesar de eu ter conhecido a Jesus desde os meus 7 anos, não foi até o segundo grau que eu me cansei dos meus anos de alimento religioso insípido, indiferente e impotente. Levou todo esse tempo para que eu percebesse que Deus não é o Deus de qualquer tradição ou opinião humana, nem o Deus de rituais banais. Ele quer ter um relacionamento conosco. Hoje, eu posso glorificar o Seu nome com alta voz porque eu experimentei e vi quão maravilhosamente Ele me carregou durante as situações difíceis, me levando a me apegar a Ele mais e mais.
É um prazeroso alívio ser capaz de pôr tudo na mesa, diante de alguém que não vai zombar ou me ignorar. Deus não exige que eu seja perfeita: Ele apenas espera que eu confesse meus pecados e O obedeça, vivendo de uma forma que eu possa falar verdadeiramente dEle.
E o que faz que um relacionamento pessoal com Deus, através de Jesus Cristo, resista assim? A crença de que a salvação não é uma lista de coisas a fazer ou um perigo inevitável, uma eterna maldição. Relacionar-me com Deus não é uma vergonhosa carga que eu tenho de carregar sobre os meus ombros. Jesus disse: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas.” Isso não soa como um grande alívio?
Um apoio para o fraco? Mostre-me uma pessoa com problemas pequenos e com uma capacidade de superá-los perfeitamente; alguém que não lute contra seu próprio peso, nem chora nem se irrita ou se preocupa, está entre o Papai Noel e o coelhinho da páscoa. Jesus é um apoio para o frágil? Com certeza sim!
Eu percebi que a satisfação na vida não pode ser obtida através do álcool, boas notas, bons feitos, ou qualquer outra coisa. Só quando eu confessei os meus pecados, e aceitei a Jesus Cristo como meu único Salvador e Senhor, eu realmente soube o que Ele queria dizer quando prometeu vida e vida em abundância. É maravilhoso me sustentar em algo/Alguém e não ter que me preocupar em ter que agradar todo mundo.
Tão avessa quanto sou à dor, eu não poderia dizer que morreria por uma crença a menos que já tivessem provado que vale a pena morrer por ela. Eu, muitos outros estudantes aqui em Princeton e ao redor do mundo, encontramos essa certeza no nosso relacionamento com Jesus o Cristo.
“Tenho posto o Senhor continuamente diante de mim; porque Ele está à minha mão direita, não vacilarei. Portanto, alegre está o meu coração”. (Salmos 16:8)


Convidei Jesus para entrar na minha vida (algumas informações úteis…).

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