sábado, 19 de fevereiro de 2011

MODELO DEFESA DE MULTA DETRAN

A/C DA POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE TRANSITO DETRAN/MG
        
Segundo o artigo 267 do Código de trânsito brasileiro, no caso de multa por infração leve ou média, se o condutor ainda não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa.
Por isto, eu JOÃO ANTONIO DA SILVA, condutor do veículo FORD/FIESTA/SEDAN 6FLEX, PLACA GYW-4520 venho por meio desta pedir a conversão da infração em advertência com base no artigo supracitado, que é o que ocorre no caso em tela. Em anexo consta o Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.
            Fico no aguardo de em 30 dias receber pelo correio a advertência por escrito. Lembrando que estou ciente que perderei os pontos na carteira, mas por direito não pagarei a multa.    
           
Art. 267 código de trânsito brasileiro –
Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

Uberlândia – MG, 18 de fevereiro de 2011
           JOAO ANTONIO DA SILVA.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

COMO ESTA SEU NOME NA PRAÇA?

CRISTÃO, COMO ESTA SEU NOME NA PRAÇA?

Conta-se que Alexandre o grande precisou chamar atenção de um dos seus soldados. Ao descobrir que este também se chamava Alexandre, a bronca foi curta e objetiva: "Ou muda de atitude ou muda de Nome!" Obviamente, não queria a menor associação com alguem como esse soldado, nem mesmo o nome.
Brasileiro gosta de apelidos.Há os inofensivos, como os diminutivos; outros captam alguma caracteristica da pessoa: cor da pele, nacionalidade, personalidade ou, o pior de todos, algum defeito fisico.Não há graça nenhuma nestes. Às vezes o apelido é aparentemente positivo, mas há uma boa dose de ironia por tras de sua origem. Porém, o que importa mesmo é nosso nome, pois ele nos define - quer gostemos ou não. Acostumamo-nos com ele e dificilmentequeremos muda-lo. Prezamos para que seja mantido limpo, de boa fama, e defendemo-nos vigorosamente quando ele é atacado. Os discipulos em Antioquia receberam um nome: CRISTÃOS. Isso significa que o povo daquela época via CRISTO nessas pessoas. Não dá para querer fama melhor! Aquele nome foi sendo transmitido de geração em geração para as pessoas que participam da igreja, mas infelizmente hoje está mais para ROTULO doque para NOME - e nem sempre correto ou bom.
Cabe refletir: como estou carregando este nome de "CRISTÃO"? Estou honrando-o com atitudes semelhantes às de Cristo? OU estou "jogando na lama" por nao me portar nem um pouquinho como Jesus? Deus repreende a igreja de Sardes, pois ela fingia ser uma coisa quando na verdade era ocontrario. Ou, como diz um ditado:"por fora bela viola; por dentro pão bolorento". Nosso nome e nosso comportamento ficarão sempre associados um ao outro na memoria de quem cruza nosso caminho - para o bem ou para o mal, aproximando ou afastando as pessoas de Deus. Se voce é cristão, está é uma grande responsabilidade. "Honra esse nome com sua vida!"

Deus Ajuda Quem Madruga

Fulgêncio tinha uma vida difícil. Seu salário era tão pequeno que mal dava pra comprar a comida para sua família (mulher e dois filhos). Mas ele era um jovem dedicado e trabalhador. Poucos conseguiam entender como ele conseguia atravessar o mês. Quando aparecia um biscate pra ganhar um dinheirinho extra, já tinha dívidas pra pagar. O aluguel era seu maior tormento, mas tinha que agüentar.

O dia mais feliz de sua vida foi quando lhe ofereceram um terreninho pra comprar. Ele ficou tão entusiasmado que conseguiu convencer a esposa a apertar um pouco mais o cinto. Falou pra ela que ia pagar as prestações com horas-extras e depois que pagassem tudo, aí sim, ele poderia começar a construir sua casa para sair do aluguel.

A maioria dos amigos e vizinhos achava que era loucura, que ele nunca ia conseguir pagar o terreno, quem dirá construir uma casa. Mas uma coisa eles reconheciam: Fulgêncio era o rei da esperança.

Sempre que alguém se aproximava com palavras de desânimo pra ele, Fulgêncio citava o texto bíblico de Romanos 5.3-5: “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”. Por mais que seus amigos respeitassem a bíblia, ninguém admitia que ele tivesse chance de sucesso.

E o que mais os impressionava é que Fulgêncio aproveitava todas as oportunidades de folga no trabalho para ir limpando o terreno. Se tinha um tempinho livre, ele ia arrumar alguma coisa pra fazer: capinar, cavar um buraco para o alicerce do muro, amarrar umas pontas de ferro aqui e ali e qualquer outra atividade que não dependesse de dinheiro.

Sua dedicação foi contagiando os vizinhos que passaram a lhe oferecer material em troca de pequenos serviços. E o melhor de tudo era ver a esposa e os filhos ajudando conforme suas forças. A atitude dos vizinhos aumentava a esperança no coração de Fulgêncio e ele dizia para a esposa: _Não vai demorar tanto quanto eu pensei. Logo nós vamos conseguir ter nossa casa própria.

Sem que ele soubesse, uma emissora de televisão decidiu escolher uma família para presentear com uma casa própria. Era um programa onde cinco debatedores teriam que convencer a um corpo de jurados a escolher a família defendida por eles. Cada um teve a sua vez e cada um tinha argumentos muito fortes.

Fulgêncio foi defendido pelo debatedor, mas nem isso impediu que sua vitória. Tudo que o debatedor argumentou foi explicar que Fulgêncio nunca tinha desanimado. Mostrou para os jurados que falar de bíblia muita gente fala, mas Fulgêncio e sua família conseguiam viver de acordo com a bíblia mesmo com as circunstâncias tão desfavoráveis. E ainda trouxe centenas de testemunhas para confirmar sobre a dedicação e o esforço daquela família.

E assim ficou completamente provado o ditado que diz: Deus ajuda ...

Símbolos judaicos

TORÁ
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Contém a revelação divina, a lei outorgada a Israel. Torá designa os primeiros cinco livros do Antigo Testamento, também conhecidos como Pentateuco (da expressão grega para cinco pergaminhos, ou cinco livros de Moisés).

Testamento significa “Aliança”.

Nos escritos rabínicos, a Torá é mais do que um código legal. Esse substantivo deriva-se do verbo hebraico “Yarah”, “lançar”, “Atirar uma flecha”, “alvejar”. Mediante associação de idéias, veio a significar: instrução, ensino, apontar para o alvo, estabelecer uma fundação, mandamento e lei.

Durante a formação da Bíblia houve um processo de seleção. Foram incluídos somente aqueles livros que se acreditava terem sido escritos por profetas sob inspiração divina. Apenas os livros selecionados tornaram-se parte do cânone (que significa padrão ou medida). A base para esta seleção foram os cinco primeiro livros chamados de Torá.

Os judeus se referem à Bíblia O Tanach.

Essa palavra é uma abreviação composta pelas iniciais das palavras hebraicas “Torá” (ensinamento) “Neviim” (profetas) e “Ketuvim” (Escritos), sendo a Torá a base.

A Torá refere-se originalmente a uma instrução particular transmitida ao povo por um porta voz de D-us, como um profeta ou sacerdote. Como esses ensinamentos consistem sobretudo em preceitos, a palavra Torá é muitas vezes traduzida como lei; e como esses ensinamentos consistem na essência da primeira divisão da Bíblia que compreende: Gêneses, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Uma cópia do rolo sobre o qual estão escritos estes cinco livros, é depositada na arca de cada sinagoga judaica.


MURO DAS LAMENTAÇÕES
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O muro ocidental, conhecido como Muro das Lamentações, é o lugar mais sagrado e venerado pelos judeus por tratar-se da única relíquia do último templo.

O muro ocidental é uma pequena parte da muralha que Herodes construiu no ano 20 a.C. em redor do segundo Grande Templo

No ano 70, quando da destruição da cidade por Tito, este deixou de pé esta parte da muralha com seus enormes blocos de pedra, a fim de mostrar às gerações futuras, a grandeza dos soldados romanos que foram capazes de destruir o resto da edificação.

Durante o período romano, não era permitida aos judeus, a entrada em Jerusalém. Entretanto, durante o período bizantino, lhes foi permitido entrar, uma vez por ano, no aniversário da destruição, quando lamentavam a dispersão de seu povo, e choravam sobre as ruínas do Templo.

Daí o nome muro das lamentações. O costume de orar junto ao muro continuou durante o decorrer dos séculos. Entre 1948 e 1967 o acesso ao muro foi novamente proibido aos judeus, já que ele se encontrava na parte jordaniana da cidade dividida.

Depois da Guerra dos Seis Dias (5 a 10 de Junho de 1967), o Muro das Lamentações converteu-se em lugar de júbilo nacional e de culto religioso.


MENORÁ
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A primeira Menorá foi feita obedecendo a instruções minuciosas de Moisés. A Bíblia afirma que a forma, o desenho e os detalhes da Menorá, foram inspirados por revelação do céu. Na Menorá, havia sete braços ao todo: uma haste central, e três braços que saiam de cada lado. Cada um dos sete tinha uma tigela para o óleo, que era retirada diariamente pelos sacerdotes para limpeza e recomposição do óleo. Ela era impressionantemente grande, de ouro puro e de desenho altamente decorativo.

Naturalmente, o fogo e a iluminação sempre tiveram um papel muito importante. Quando o Templo foi destruído, a Menorá tornou-se principal símbolo artístico e decorativo da fé judaica. A razão pela qual a Menorá de sete braços nunca foi usada como parte ou ornamento do ritual até os tempos modernos, foi a proibição rabínica da reprodução e uso de quaisquer dos ornamentos do Templo. Em conseqüência, no lar, era o candelabro do Shabat (sétimo dia da semana – descanso) e o castiçal convencional que supriam a iluminação nas ocasiões festivas e religiosas por mais de 2 mil anos.

A Menorá foi reintroduzida em 1948 (proclamação do Estado de Israel) como símbolo nacional do povo judeu e da identidade de Israel.

Menorá é uma palavra hebraica que indica candeeiro com sete braços, usado no Tabernáculo. (Êxodo 25: 31-40) (Êxodo 37: 17-24) (Zacarias 4: 2-5; 10-14)

A luz da “Menorá” simboliza a presença de D-us (no hebraico Shekinah)

“Yeshua” (Jesus) é o candeeiro, pois Ele é a luz do mundo. E o número sete indica a perfeição do seu ofício de iluminador. (João 1: 9) “A luz verdadeira que ilumina a todos os homens, estava vindo ao mundo.”

O material que o candeeiro foi feito, o ouro, representa a preciosidade dos símbolos espirituais, bem como a divindade de Yeshua. O azeite que queimava no candeeiro, representa o Espírito Santo e sua unção de consolador. (João 16: 7) e também de convencer do pecado, da justiça e do juízo. (João 16: 9-11) Levando o homem a reconhecer a verdade apresentando provas ou argumentos; persuadindo e determinando todas as coisas.


MEZUZÁ
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É um símbolo da fé judaica, merecedor de grande respeito. A Mezuzá é uma caixa tubular de madeira, vidro ou metal, em geral de 3 a 4 polegadas de comprimento, contendo um pedaço pequeno de pergaminho, no qual em 22 linhas estão escritas passagens bíblicas que fazem parte do “Shemá” (oração da unicidade de D-us) - (Deuteronômio 6: 9; 11: 20). Tem uma pequena abertura na parte superior com a palavra Shadai (um dos nomes de D-us), impressa no verso do pergaminho.

É pregada numa posição inclinada na parte superior da ombreira direita da residência. Costuma-se beijá-la quando se sai ou entra em casa, tocando-a com as pontas dos dedos, e em seguida apertando-os contra o lábio.

O significado religioso mais profundo do seu simbolismo seria lembrar ao homem a unicidade de Deus e induzi-lo a amá-lo.

Base bíblica para uso da Mezuzá:

“E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”

(Deuteronômio 6: 9)


INSTRUÇÕES PARA INSTALAR A MEZUZÁ

Sandra Mara Oliveira

O uso da Mezuzá é uma Mitzva (mandamento), dada pelo Eterno em sua Torah:

Dt 6:1-9 “1 Ora este é o mandamento, os estatutos e os juízos que o Eterno vosso Elohim ordenou que se vos ensinassem, para que os cumprais na terra a que passais para a possuirdes; 2 a fim de que temas ao Eterno teu Elohim, de modo que guardes todos os seus estatutos e os seus mandamentos que eu hoje te mando, tu e teu filho, e o filho de teu filho, por todos os dias da tua vida; e para que se prolonguem os teus dias. 3 Ouve, pois, ó Israel, e cuida de o fazer; para que te vá bem, e para que te multipliques abundantemente, como o Eterno, Elohim de teus pais, te prometeu, numa terra que mana leite e mel. 4 Ouve (Entenda do Espírito), ó Israel; o Eterno nosso Elohim é o único Elohim. 5 Amarás, pois, ao Eterno teu Elohim de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. 6 Estas palavras que eu hoje te intimo, estarão sobre o teu coração; 7 tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás, sentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te. 8 Atá-las-ás como sinal na tua mão, e serão por frontais entre os teus olhos. 9 Escrevê-las-ás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”

Dentro da Mezuzá encontra-se escritos em um pergaminho os textos de Deuteronômio 6:1-9, acima citado, Deuteronômio 11:13-21 e Números 15:37-41.



Dt 11:13-21 “13 Se obedecerdes diligentemente aos meus mandamentos que eu hoje vos ordeno, de amar ao Eterno vosso Elohim, e de o servir de todo o coração e de toda a alma, 14 darei chuvas à vossa terra a seu tempo, a chuva temporã e a chuva serôdia, para que recolhas o teu pão e o teu mosto e o teu azeite. 15 Nos vossos campos darei hervas para o vosso gado, e comereis e vos fartareis. 16 Guardai-vos para que não suceda que o vosso coração se deixe seduzir, e que vos desvieis e sirvais outros deuses e os adoreis; 17 que a ira do Eterno se acenda contra vós, e feche ele o céu, e não caia a chuva, e a terra não dê os seus frutos; e que pereçais da boa terra que o Eterno vos está dando. 18 Ponde estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma; atá-las-eis por sinal na vossa mão, e vos serão por frontais entre os vossos olhos. 19 Ensiná-las-eis a vossos filhos, falando delas quando estiverdes sentados em vossas casas, quando andardes pelo caminho, quando vos deitardes e quando vos levantardes. 20 Escrevê-las-eis nos umbrais de vossas casas, e nas vossas portas; 21 para que se multipliquem os vossos dias, bem como os dias de vossos filhos, na terra que o Eterno prometeu com juramento a vossos pais que lhes daria, enquanto o céu cobrir a terra.”

Nm 15:37-41 “37 Disse mais o Eterno a Moisés: 38 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes que nos cantos dos seus vestidos se lhes façam fímbrias durante as suas gerações, e que se ponham na fímbria de cada canto um fio azul. 39 Ser-vos-á por fímbria, para que, vendo-a, vos lembreis de todos os mandamentos do Eterno, e os observeis, para que não vos deixeis arrastar à infidelidade pelo vosso coração e pelos vossos olhos; 40 para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os observeis, e sejais santos para com o vosso Elohim. 41 Eu sou o Eterno vosso Elohim, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Elohim: eu sou o Eterno vosso Elohim.”

No anverso, perto do alto, está escrito o nome “Shadai”, um dos nomes pelos quais o Eterno é conhecido em hebraico. Intérpretes da tradição judaica já disseram que as três letras hebraicas Shin, Dalet e Yod constituem realmente um aerograma formado pelas primeiras letras da frase: “Shomer Daleth Yisra’el” (Guardião da Porta de Israel).

As Mezuzot devem ser colocadas não apenas nas portas de entrada da casa ou apartamento, mas em todos os aposentos, exceto banheiros.

Antes de coloca-la no umbral o homem deve cobrir a cabeça com o Talit e proferir a benção:



“Baruch Ata Adonai, Elohenu Melech haolam, asher kidshanu b’mitvotav, v’tzvanu likboa mezuzot.”

(Bendito seja tu , ó Eterno, nosso Elohim, Rei do Universo, que nos santificaste em teus mandamentos e ordenaste afixar a mezuzot).

A Mezuzá deve ser colocada no primeiro 1/3 do umbral, à direita de quem entra na casa. Deve ser num ângulo de quarenta e cinco graus, com a parte de cima, onde o nome “Shadai” aparece apontando para dentro e para cima. Se o umbral for estreito demais para permitir isto, a ponta com o nome “Shadai” deve ficar sempre no alto, mesmo que a mezuzá fique em posição vertical.

Entrando ou saindo da casa, é costume tocar-se na capa da mezuzá com as pontas dois dedos e depois beija-los, em sinal de amor, agradecimento e respeito pelo Eterno nos ter dado esse mandamento.

Deve-se abrir a mezuzá de sete em sete anos para verificar se o pergaminho está com mofo.


KIPÁ
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O homem foi criado “à imagem de D-us”.

Portanto ele deve vestir-se com dignidade. A cabeça como fonte de moral, representa a parte mais importante no corpo humano.

Cobrindo a cabeça somos lembrados da onipresença divina, e conscientizamo-nos de que a humildade é a essência da religião.

A verdade que ninguém sabe ao certo como, quando e porque surgiu o costume. Durante muito tempo, as autoridades religiosas não consideravam obrigatório o uso do Kipá.

Somente no século XIX, face ao perigo da assimilação, aos judeus ortodoxos adotaram o Kipá como símbolo da particularidade judaica, e fizeram do costume uma lei.


TALIT
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Tem origem em um dos mandamentos bíblicos contido no livro de (Números 15: 37-41), o qual instrui o indivíduo a usar franjas nos quatro cantos da veste exterior. O Talit tem como objetivo ser uma espécie de “lembrete” visível do dever de observar fielmente os mandamentos da Torá. O Talit é obrigatório para todos os homens judeus, quando nas sinagogas ou no lar na hora das orações.

Quando o Talit se tornou o xale das orações, a lei rabínica determinou que o seu uso só seria obrigatório para homens casados. No entanto, na época Contemporânea, é costume dos rapazes começarem a usa-lo a partir do seu Bar-Mitzvá (13 anos)

O Talit é em geral feito de linho, lã ou seda, com as franjas do mesmo material .

Jesus usava seu Talit. Em (Mateus 9: 20) (Marcos 5: 28) (Lucas 8: 44)

“Certa Mulher, que havia doze anos que padecia de um fluxo de sangue, chegou por detrás dele e tocou a orla do seu manto.”

Ela tocou nas franjas ou borlas usadas nos cantos do Talit de “Yeshuah”


TEFILIN
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O Tefilin ou filactério representa um símbolo proeminente da religião judaica. O homem judeu devoto, durante gerações, ao cumprir o rito diário de colocação do Tefilin, cada vez que pronunciadas as orações matutinas recebia assim um reforço para permanecer consciente de seus deveres religiosos e de sua identidade judaica como um grupo. O Tefilin era para ele um símbolo de dedicação pessoal ao seu D-us e à Torá. A obrigação de usá-los foi exposta em um dos mandamentos do Livro de Êxodo.

Eles consistem em duas caixas separadas, cujas bases, têm em geral, de 4 a 6 cm. Em cada cubo acham-se depositadas tiras de pergaminho, nas quais estão escritas quatro passagens bíblicas em hebraico. São feitos de couro negro. Um se destina à cabeça, e o outro à mão esquerda. São presos por meio de tiras, nós, e alças de couro. O Tefilin usado na cabeça, é amarrado na testa de forma a ficar sugestivamente perto do cérebro; o que está no braço esquerdo fica numa posição mais próxima do coração. Esse arranjo é interpretado como significando que o judeu, quando adora a D-us, fá-lo com todo o seu coração e com todos os seus pensamentos.

O uso do Tefilin é obrigatório para todos os homens adultos judeus desde a época em que celebram o Bar-Mitzvá (13 anos). São colocados antes de iniciar o recitativo das orações matutinas todo dia. Há exceções, como no Shabat e nos dias de festa, uma vez que os dias santos já são por si só símbolos da identidade religiosa judaica.

“Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os teus olhos.” (Deuteronômio 6:8; 11:18)


TALMUD
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A Bíblia "JUDAICA" compõe-se de textos que foram reunidos pelos hebreus e preservados através dos séculos como o Livro Sagrado do Povo Judeu, consiste em três divisões:

1º A Torá (os cinco livros de Moisés, também denominados de Pentateuco no grego);

2º Os Profetas;

3º Salmos e Provérbios;

A TORÁ é um relato dos acontecimentos desde o princípio do mundo até a morte de Moisés, entremeados de leis e mandamentos.

Com o passar do tempo, o povo Judeu foi desenvolvendo uma série de leis suplementares e eram transmitidas "oralmente" de geração a geração.

Com o retorno dos judeus do Exílio Babilônico, Esdras começou a compila-la e comentá-la, e continuou através de vários sábios, quando então o “Rabi Yehuda Ha' Nassi” (O Príncipe) acabou de concluí-la. A esse código deu-se o nome de "MISHNÁ".

A "MISHINÁ", juntamente com a GEMARÁ (Comentários e interpretações rabínicas das leis da Mishná), compõe o Talmud.

Existem duas versões do Talmud:

1ª A versão de Jerusalém;

2ª A versão Babilônica, que diferem apenas em certos aspectos.

O mais completo é o Babilônico, elaborado entre os séculos III e V, foi iniciado por Rabi Rav Ashi, chefe da academia de Sura sob o domínio dos persas e árabes, no ano 367 e continuado por seus discípulos até a metade do século VI.

Sendo o registro de discussões faladas, o Talmud não é nada sistemático ou conciso. É entretanto um tesouro de leis, tradições e costumes, que tem influenciado o pensamento e a prática judaica, e constitui uma valiosa fonte de consulta para o estudo e as decisões legais.


AS VELAS DO SHABAT
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É um dever e privilégio de toda mulher acender as velas do Shabat. Depois que as velas foram acesas, o Sábado já iniciou; mesmo que seja antes do pôr-do-sol. Porque é uma mulher que acende as velas? Porque foi através de uma mulher que D-us demonstrou sua soberania e seu amor para conosco. Em tempos de crise na vida do seu povo, "Ele" prometeu que mulheres escolhidas dariam à luz a filhos que salvariam os seus.

São duas as velas do Shabat, representando as duas dimensões relativas ao Shabat no decálogo: Lembrar e guardar.

1º) "Lembrar", ou prestar atenção, irá resultar em "ação". Lembrar significa: Arrependimento e obediência irrestrita ao Eterno.

2º) "Guardar" é: "Fazer com cuidado". O verbo exprime a atenção cuidadosa que se deve ter com as obrigações de uma aliança. Guardar é: "Tomar conta", manter ou cuidar de coisas tais como, jardim, um rebanho, uma casa; ou também envolve resguardar-se contra intrusos. Guardar é: "Disciplina pessoal", a necessidade de ser cuidadoso com referência à própria vida e ações.

Enquanto guardamos o Sábado, proclamamos a nossa lealdade ao Eterno, asseguramos a presença salvadora de D'us através do Seu filho no nosso meio. Para nós, essas promessas se cumprem na pessoa de Yeshua.


CHANUKIÁ
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É um candelabro de nove pontas especial para Chanucá. Tem espaço para oito velas e um espaço adicional por cima dos outros. Esse último espaço abriga o shamash (a vela “serva”), que é usada para acender as outras velas. Ao acender a chanukiá o povo judeu dá testemunho para as nações de que a única luz nesse mundo é a que D'us faz brilhar. Para nós, esta luz representa Yeshua HaMashiach, Jesus o nosso Messias.
Parte da proposta de acender a chanukiá é tornar público o milagre de Chanucá e compartilhá-lo com o mundo.

Diferenças entre Louvor e Adoração

Definindo Louvor e Adoração

Temos o hábito de chamar o ministério de música como “Ministério de Louvor e Adoração”. Na verdade, colocamos juntos essas duas palavras, como que sendo um nome e um sobrenome.

Raramente paramos para pensar nas diferenças complementares entre elas. Assim, vejamos as definições:

Louvar – lit. “Barulho” – elogiar, gabar, exaltar, enaltecer, glorificar, aprovar, aplaudir, bendizer.
i. Heb. “halal” – 160 vezes no Antigo Testamento – fonte de “hallellujah”, que pode ser traduzido por “Louvado seja Yah” (Yah como abreviação de Yaweh – aquele que faz as coisas serem”)
Referências: Ed. 3:10 –11; 2 Sm 6; Salmos

Adorar – lit. “Prostrar-se” – reverenciar, venerar, amar extremosamente, idolatrar, ter grande predileção a, cultuar, curvar-se, cair com o rosto em terra, render-se.
i. Heb. “shachac” – 170 vezes no Antigo Testamento – denota prostrar-se diante de autoridades, mostrando significado cultural (Davi X Saul; Rute X Boaz; José X feixes...) É usado como forma comum de se chegar diante de Deus em adoração (Jr. 7:2).
ii. Gr. “proskuneo” – pros (na direção de) + kuneo (beijar)

Referências: Gn 22:5; 24:26, 48; Ex 4:31, 12:27, 34:8; Js 5:14; 2 Cr 29: 29-30; Ne 8:6; Jô 1:20; Sl 95:6, 132:7; Mt 2:2, 11; Mc 15:19; Jô 4:22-24; Fp 3:3; Ap 5:14, 7:11, 11:16, 14:7, 15:4, 19:4, 10, 22:8-9.

Veja um Paralelo entre Louvor e Adoração:
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Louvor: Motivado na alma por um impulso de receber do Senhor
Adoração: Motivado no espírito por um impulso de dar ao Senhor
Louvor: Pode ser comunitário
Adoração: É individual
Louvor: Brota das emoções
Adoração: Brota da devoção
Louvor: Pelos feitos de Deus
Adoração: Pelo que Deus é
Louvor: Pelos presentes de Deus
Adoração: Pela presença de Deus
Louvor: É uma expressão de vida
Adoração: É um estilo de vida
Louvor: É circunstancial
Adoração: É incondicional
Louvor: Aprecia os feitos de Deus
Adoração: Vive para Deus
Louvor: Pode ser distante
Adoração: Só ocorre na presença
Louvor: É mais exuberante, enérgico, movimentado, barulhento, com mais palavras
Adoração: É mais sóbrio, com menos movimentos, menos palavras, inclinando-se a cânticos espirituais e silêncio

Não devemos nos equivocar que é mais espiritual adorar, pois o que aprendemos é que ambos se complementam. Assim, devemos ter a liberdade de louvar com expressões espontâneas, enérgicas ao mesmo tempo de adorar com cânticos mais contemplativos.

Na verdade, a Bíblia nos indica que existem várias expressões de louvor e de adoração, tais como através da oração, cânticos, confissão, ofertório, artes em geral, pregação, ceia, batismo e do próprio exercício do ministério.

Sexta feira 13



Textos Sugeridos: João 20:19, Mateus 28:1-10, Atos 19:11-20, Romanos 8:1-17, Gálatas 5:16-26

Introdução

Da mesma forma que muitas crenças, o medo da sexta-feira 13 não possui bases científicas. No entanto, o que é realmente estranho é que a maioria das pessoas que acredita que este é um dia de má sorte, não dá nenhuma explicação, lógica ou ilógica. Assim como a maioria das superstições, as pessoas simplesmente temem a sexta-feira 13, sem necessidade de explicação.

Porém, a superstição tem raízes profundas e convincentes, e as origens ajudam a explicar por que essa crença é tão difundida. Talvez você não tome precauções de segurança toda sexta-feira 13, mas você está totalmente imune à superstição? Se pudesse escolher, você se casaria, começaria um novo trabalho ou compraria uma casa em uma sexta-feira 13? A maioria dos americanos não o faria, mesmo não dando muito importância para isso. Superstições dão um jeitinho de influenciar as pessoas quando elas se encontram vulneráveis emocionalmente.

Enganos na tradição cristã

O medo da sexta-feira 13 resulta de dois medos separados, o medo do número 13 e o medo das sextas-feiras. Ambos têm origem na cultura ocidental, particularmente na teologia cristã herética. Explicam que o treze é importante para os cristãos porque é o número total das pessoas que estavam presentes na Santa Ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o 13º a chegar na festa. Os cristãos ficam com um pé atrás em relação às sextas-feiras porque Jesus foi crucificado em uma sexta. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira e que o Dilúvio também começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos jamais começariam um projeto ou uma viagem em uma sexta-feira, com medo de dar tudo errado desde o início.

Marinheiros são bem supersticiosos com relação a isso. Eles normalmente se recusam a ir pro mar em uma sexta-feira. Existe uma lenda que diz que, no século XIX, a Marinha Britânica encarregou um navio chamado de H.M.S. Friday (Navio de Sua Majestade Sexta-feira) com o intuito de acabar com a superstição. A marinha escolheu a tripulação em um sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday (James sexta-feira) para ser o capitão. Em seguida, em uma manhã de sexta-feira, o navio saiu em sua viagem de estréia… e desapareceu para sempre.

Alguns historiadores dizem que a desconfiança dos cristãos com relação às sextas-feiras está, na verdade, ligada à antiga opressão da Igreja Católica a religiões e mulheres pagãs. No calendário romano, a sexta-feira era dedicada a Vênus, a deusa do amor. Quando os escandinavos adaptaram o calendário, deram o nome à sexta-feira (Friday) em homenagem a Frigg, ou Freya, deusa escandinava ligada ao amor e ao sexo. Estas duas fortes personalidades femininas já representaram uma ameaça ao cristianismo dominado por homens, teoricamente, e a igreja cristã difamou o dia que tinha o nome em homenagem a elas.

Isso também deve ter influenciado no medo do número 13. Dizia-se que Frigg sempre participava de encontros de bruxas, normalmente um grupo de 12, completando 13 participantes. Esta idéia pode ter sido criada pela própria Igreja Católica, mas é impossível checar as origens exatas da maioria dos fatos folclóricos. Uma lenda cristã parecida diz que 13 é mal visto porque significa o encontro de 12 bruxas com o diabo.

O número 13 também pode ter sido considerado pagão porque existem 13 meses no calendário lunar pagão. O calendário lunar também corresponde ao ciclo menstrual humano, conectando o número à feminilidade.

Outras tradições

O ponto de vista cristão a respeito da sexta-feira 13 é hoje o mais relevante, mas é apenas parte da tradição.

Alguns acham que a má reputação do número 13 vem da cultura antiga escandinava. Em sua mitologia, o adorado herói Balder foi assassinado em um banquete pelo perverso deus Loki, que invadiu a festa, que tinha doze pessoas, completando 13. Esta história e a história da Última Ceia levou a uma das mais fortificadas crenças relacionadas ao número 13: jamais faça uma refeição em um grupo de 13 pessoas.

Uma outra lenda significante é uma sexta-feira 13 que aconteceu na Idade Média. Em uma sexta-feira 13, em 1306, o Rei Felipe, da França (King Philip), prendeu os respeitados cavaleiros da Ordem dos Templários e começou a torturá-los, marcando a ocasião como o dia do diabo.

Tanto sexta-feira quanto 13 já foram associados à pena de morte. Na tradição britânica, sexta-feira era o dia convencional para enforcamentos públicos e, supostamente, havia 13 degraus até a forca.

Conseqüentemente, o complexo folclore da sexta-feira 13 não tem muito a ver com os medos de hoje. O medo tem mais a ver com experiências pessoais. As pessoas aprendem muito cedo que a sexta-feira 13 é um dia de má sorte, por qualquer que seja o motivo, e tentam achar evidências de que a lenda seja verdade. Logicamente, a evidência não é difícil de ser encontrada. Caso você se envolva em um acidente de carro em uma sexta-feira 13, perca sua carteira ou até derrame café, provavelmente o motivo vai ser o dia. Mas, pensando bem, coisas ruins, grandes ou pequenas, acontecem todo o tempo. Quem procura acha, então se você procurar por má sorte em uma sexta-feira 13, já sabe o que vai acontecer.

O Natural e o Sobrenatural

O natural está cheio de sobrenatural. Cada nascer do sol é um milagre como do mesmo modo cada nascimento. Onde ficam as fronteiras entre o natural e o sobrenatural? É a nossa condição humana presente que nos impede de perceber a presença constante do sobrenatural.

Por muito que a ciência se desenvolva, ela só nos levará a vislumbrar cada vez mais a realidade do quanto o sobrenatural invade o natural, ou de como não podemos compreender o natural sem o sobrenatural. Do meu ponto de vista, a ciência não converte o sobrenatural em natural, nem o natural em sobrenatural, mas mostra-nos como um e outro se sobrepõem e interpenetram, da mesma forma como a fé.

Pela fé entendemos a presença ativa de Deus em cada partícula da nossa essência e existência. A terra está cheia da glória de Deus. A espiritualidade cristã exulta em adoração e louvor pela e na graça de Deus a nosso favor.

A vida é um mistério quando a olhamos a partir da existência de Deus e um absurdo quando a perspectivamos a partir do cepticismo ou da negação de Deus. Não existimos por nós mesmos. Não nos fizemos a nós próprios. Dependemos a cada instante de Alguém que está acima de nós. Tudo o que podemos fazer ou dizer, do que podemos sentir ou imaginar, toda a nossa criação e invenção depende da própria existência que não está nas nossas mãos.

A Bíblia como Palavra de Deus é a revelação através da qual podemos entender o suficiente acerca da dimensão sobrenatural e da sua relação com o natural.

Deus é o Criador de todas as coisas. O natural é criação divina, da mesma forma como o sobrenatural pode ser manifestação divina.

Pelo evangelho entendemos que Deus entrou em contato direto com a nossa realidade, ou seja, que Deus se fez homem. O transcendente ocupou o imanente. O divino visitou o humano. O Criador tomou a forma da criatura. O eterno invadiu o tempo. O céu chegou à terra. O Senhor tornou-se servo.

O que vai além do nosso entendimento pode ter a sua origem em Deus como pode ter a sua manifestação em agentes criados como são os espíritos malignos, criados por Deus e que se rebelaram contra Ele.

Por esta Palavra sabemos que Deus é soberano e que o mal por Ele permitido foi por Ele destruído pela cruz e pela ressurreição de Jesus Cristo. Esperamos “novos céus e nova terra”.

Só a aceitação humilde e simples do relato divino nos permite conhecer o que existe para além da nossa capacidade de perceber por nós mesmos. Existe hoje uma tendência de negação da operação do que a Bíblia designa de demônios. Negar esta realidade é pôr em causa a verdade bíblica. Diante da Bíblia nada temos a temer porque em Deus estamos seguros e protegidos. “Se Deus é por nós, quem será contra nós” (Romanos 8:31). O diabo existe bem como os demônios, mas não são divinos. O cristianismo não é dualista. No nome de Jesus, mediante a vida daqueles que efetivamente n’Ele vivem, como aconteceu com o apóstolo Paulo, são repreendidos e expulsos.

A espiritualidade bíblica e cristã consiste essencialmente numa relação pessoal e íntima com o Criador de todas as coisas através de Jesus Cristo, o Seu Filho, Deus encarnado, Deus conosco.

A espiritualidade cristã lida com o que somos, antes do que fazemos, sentimos e temos.

Ser cristão é antes de tudo o mais uma mudança no interior da pessoa. “Nascer de novo” é a forma pela qual Jesus Cristo o designou (João 3:1-15). O apóstolo Paulo falou de ser uma nova criação e ser uma nova criatura (2 Coríntios 5:17). Esta nova essência é criada pelo Espírito de Deus. Este mesmo Espírito de Deus nos faz crescer e desenvolver na nova vida originada em Cristo.

A superstição está voltada para a manipulação do divino a partir da idéia de que através de sacramentos, liturgias, elementos e fórmulas os desejos e as ambições humanas são concretizados. A tentação original tanto de Lúcifer como de Adão e Eva de serem iguais a Deus ou de se colocarem acima de Deus tem eco na superstição.

Pela superstição o homem por um lado pensa conseguir levar Deus a dar resposta aos seus desejos, por outro exprime temor e medo perante as manifestações naturais.

Através da fé que nos vem pela Bíblia em Jesus Cristo o medo é lançado fora. Nada há para temer quando focamos a nossa atenção no Deus criador e redentor. Tudo está nas mãos de Deus. Ele é soberano. Nada do que acontece foge à Sua providência e permissão. É Deus e não a criação que recebe a nossa atenção e dependência. A criação fala-nos do Criador, do Seu desígnio e propósito, do Seu poder e amor, mas não se confunde com ela. Deus não é uma força cósmica. Deus é pessoa.

Práticas que envolvem o uso de elementos naturais como portadores de poderes sobrenaturais são alheias ao Evangelho de Jesus Cristo.

Normalmente a cultura supersticiosa é facilmente aliciada pela mercantilização da fé. Os dons de Deus não se compram nem se vendem. A graça é pela graça. Comercializar as dádivas divinas é uma afronta que deve ser claramente denunciada e repudiada.

O cristianismo apresenta-nos um projeto integral: espírito, alma e corpo; tempo e eternidade; terra e céu; passado, presente e futuro; indivíduo, sociedade, família e humanidade.

Através da Bíblia acreditamos que Jesus Cristo continua a perdoar, reconciliar, salvar, libertar e curar, animando e motivando a pessoa a interessar-se pelo seu próximo.

A Igreja cristã tem como propósito viver e apresentar esta integridade de vida. Cura para o espírito, a alma e o corpo; reconciliação com Deus, o próximo e nós mesmos; viver com determinação e expectativa “os novos céus e a nova terra em que habitarão a justiça para todo o sempre”.

PERGUNTAS FEITAS PARA O DIABO (ENTREVISTA)

QUEM O CRIOU?
Lúcifer : Fui criado pelo próprio Deus, bem antes da existência do homem. [Ezequiel 28:15]

COMO VOCÊ ERA QUANDO FOI CRIADO?
Lúcifer : Vim à existência já na forma adulta e, como Adão, não tive infância. Eu era um símbolo de perfeição, cheio de sabedoria e formosura e minhas vestes foram preparadas com pedras preciosas. [Ezequiel 28:12,13]

ONDE VOCÊ MORAVA?
Lúcifer : No Jardim do Éden e caminhava no brilho das pedras preciosas do monte Santo de Deus. [Ezequiel 28:13]

QUAL ERA SUA FUNÇÃO NO REINO DE DEUS?
Lúcifer : Como querubim da guarda, ungido e estabelecido por Deus, minha função era guardar a Glória de Deus e conduzir os louvores dos anjos. Um terço deles estava sob o meu comando.[Ezequiel 28:14; Apocalipse 12:4]

ALGUMA COISA FALTAVA A VOCÊ?
Lúcifer : (reflexivo, diminuiu o tom de voz) Não, nada. [Ezequiel 28:13]

O QUE ACONTECEU QUE O AFASTOU DA FUNÇÃO DE MAIOR HONRA QUE UM SER VIVO PODERIA TER?
Lúcifer : Isso não aconteceu de repente. Um dia eu me vi nas pedras (como espelho) e percebi que sobrepujava os outros anjos (talvez não a Miguel ou Gabriel) em beleza, força e inteligência. Comecei então a pensar como seria ser adorado como deus e passei a desejar isto no meu coração. Do desejo passei para o planejamento, estudando como firmar o meu trono acima das estrelas de Deus e ser semelhante a Ele. Num determinado dia tentei realizar meu desejo, mas acabei expulso do Santo Monte de Deus. [Isaías 14:13,14; Ezequiel 28: 15-17]

O QUE DETONOU FINALMENTE A SUA REBELIÃO?
Lúcifer : Quando percebi que Deus estava para criar alguém semelhante a Ele e, por conseqüência, superior a mim, não consegui aceitar o fato. Manifestei então os verdadeiros propósitos do meu coração. [Isaías 14:12-14]

O QUE ACONTECEU COM OS ANJOS QUE ESTAVAM SOB O SEU COMANDO?
Lúcifer : Eles me seguiram e também foram expulsos. Formamos juntos o império das trevas. [Apocalipse 12:3,4]

COMO VOCÊ ENCARA O HOMEM?
Lúcifer : (com raiva) Tenho ódio da raça humana e faço tudo para destruí-la, pois eu a invejo. Eu é que deveria ser semelhante a Deus. [1Pedro 5:8]

QUAIS SÃO SUAS ESTRATÉGIAS PARA DESTRUIR O HOMEM?
Lúcifer : Meu objetivo maior é afastá-los de Deus. Eu estimulo a praticar o mal e confundo suas ideias com um mar de filosofias, pensamentos e religiões cheias de mentiras, misturadas com algumas verdades. Envio meus mensageiros travestidos, para confundir aqueles que querem buscar a Deus. Torno a mentira parecida com a verdade, induzindo o homem ao engano e a ficar longe de Deus, achando que está perto. E tem mais. Faço com que a mensagem de Jesus pareça uma tolice anacrônica, tento estimular o orgulho, a soberba, o egoísmo, a inimizade e o ódio dos homens. Trabalho arduamente com o meu séquito para enfraquecer as igrejas, lançando divisões, desânimo, críticas aos líderes, adultério, mágoas, friezas espirituais, avareza e falta de compromisso (ri às escaras). Tento destruir a vida dos pastores, principalmente com o sexo, ingratidão, falta de tempo para Deus e orgulho. [1Pedro 5:8; Tiago 4:7; Gálatas 5:19-21; 1 coríntios 3:3; 2 Pedro 2:1; 2 Timóteo 3:1-8; Apocalipse 12:9]

E SOBRE O FUTURO?
Lúcifer : (com o semblante de ódio) Eu sei que não posso vencer a Deus e me resta pouco tempo para ir ao lago de fogo, minha prisão eterna. Eu e meus anjos trabalharemos com afinco para levarmos o maior número possível de pessoas conosco. [Ezequiel 28:19; Judas 6; Apocalipse 20:10,15]

MEDITE NESSA MENSAGEM. VEJAM QUE FOI ELABORADA COM BASE NOS VERSÍCULOS BÍBLICOS, POR ISSO É UMA ILUSTRAÇÃO DA MAIS PURA VERDADE.

"COMO DIZ O ESPÍRITO SANTO: HOJE, SE OUVIRDES A SUA VOZ, NÃO ENDUREÇAIS OS VOSSOS CORAÇÕES." HEBREUS 3:7,8

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar a Sua vida em favor dos Seus amigos." João 15:13