Se o fardo é leve, por que está pesado? | ||||||||
| I João 5:1-4. É pesado servir a Deus? A grande verdade da vida cristã é que não é pesado servir ao Senhor, pelo contrário, é motivo de alegria e prazer. João disse que os mandamentos do Senhor não são penosos. Por vezes até pensamos que os mandamentos de Deus não são penosos, mas não servem para nós. Por outro lado, muitos se sentem pesados, cheios de cargas e estão cansados de servir a Deus, pensam que é muito duro e difícil ser um cristão. Mas Jesus disse: "O meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (Mt 11:30). Meditar na Palavra de Deus, orar e envolver-se na obra do Senhor tem sido um prazer para nós ou uma obrigação religiosa? A vida cristã se compõe basicamente de 5 fases. Todos nós, mais cedo ou mais tarde, passaremos por estas 5 etapas: 1- Descobrimento. É quando a pessoa descobre a Bíblia e a mensagem do evangelho. 2- Paixão. É quando a pessoa está apaixonada pela Bíblia, não perde nenhum culto, coloca adesivo no carro, escuta somente CDs de mensagens e músicas cristãs. 3- Realismo. É quando a pessoa se decepciona com os irmãos da igreja, quando estes demonstram erros e falhas. 4- Acomodação. É quando diante de tudo o que a pessoa vê, ela se acomoda. Ela já conhece alguns versículos bíblicos, sabe o momento de orar, ofertar, louvar, enfim, se torna religioso. 5- Obrigação. É quando a pessoa vai à igreja para não ser "cobrada" por seus líderes, ou por medo de Deus, achando que Ele poderá trazer castigo. Em qual fase estamos? Temos então dois desafios: Quando os mandamentos de Deus se tornam penosos para nós? Como podemos viver uma vida cristã sem peso? Quando os mandamentos de Deus se tornam penosos para nós? 1- Quando a religião impõe exigências que não tem nada a ver com Deus. A religião coloca sobre nós exigências que nem o próprio Deus requer. O resultado é que a carga religiosa se torna mais pesada do que deveria ser. É por isso que acabamos morrendo na nossa paixão. Muitas exigências dentro das igrejas não têm nada a ver com Deus. São meros mecanismos humanos de afirmação do poder religioso, ou seja, o pastor que se firma na sua autoridade com exigências que não tem nada a ver com Deus. Perdemos tempo discutindo besteiras, usos e costumes, se podemos ou não utilizar bateria no louvor, se podemos ou não bater palmas durante os cânticos etc. São tantas leis e exigências que chega um ponto da vida cristã que já não sabemos mais se é bom ou ruim servir ao Senhor. 2- Quando a religião desenvolve um sistema para agradar a Deus na base da causa e efeito. Entendemos Deus da seguinte maneira: "Se você fizer tal coisa, você terá a sua recompensa, para o bem ou para o mal". Temos um conceito de Deus como um criador que criou leis invioláveis, e aquele que cumprir as leis será abençoado, mas quem deixa de cumpri-las receberá maldição. Desenvolvemos um conceito de religião muito policiado, em outras palavras, Deus se torna um supremo fiscal da nossa vida e um Deus impessoal. Então pensamos que se falharmos na vida, virá castigo e morte para nós. O resultado é que passamos a cumprir os mandamentos por medo e não com alegria. Uma das grandes verdades bíblicas é que temos um Deus que é muito mais amoroso do que guardador da lei. Ele é muito mais guardador de rebanhos do que guardador de livros. Ele é muito mais guardador de vidas do que guardador de preceitos. Então obedecemos a Deus não por medo, mas porque descobrimos um cuidado dele para com a nossa vida. Deus é mais amoroso do que consistente. Muitas vezes Deus voltou com a sua palavra em nome do amor. Exemplos: Deus ia destruir Nínive, mas o povo se arrependeu e Deus voltou atrás com a sua palavra. Jonas se irritou com Deus, mas o amor de Deus foi maior que a sua promessa. Jesus esteve com uma mulher Cananéia e ela queria que ele atendesse a sua necessidade, mas o Senhor disse que não atenderia porque não poderia dar o pão dos filhos (judeus) para os cachorros (gentios). Ela insistiu pelas migalhas, então Jesus voltou atrás e atendeu a necessidade daquela mulher. Então, não precisamos obedecer a Deus por medo da lei, pois Ele joga fora a lei em nome do amor. 3- Quando olhamos para Deus muito mais como um Juiz do que como um Pai. Desenvolvemos um conceito de juiz que não é o conceito hebraico, e sim o conceito de juiz grego e romano que são como os nossos juízes de hoje. O juiz hebraico era o patriarca e pai muitas vezes. Quando ia julgar uma causa, o juiz além de ser juiz era também um pai. Temos dificuldades em obedecer às leis de Deus porque entendemos que elas vêm de um juiz e não de um pai. Por que se torna pesado para nós servir a Deus? Por que ninguém gosta de leis e nem de ser mandado. Vivemos numa sociedade onde as leis são feitas no congresso, então surgem os impostos. O imposto é uma imposição, é uma lei que surge de cima para baixo e temos que "engolir" e obedecer. Pensamos que as leis de Deus também são assim: "impostos". As leis de Deus não são uma imposição, mas é mais um conselho de um pai. Exemplo: Quando um médico diz para uma pessoa que tem câncer para ela não fumar porque poderá se prejudicar, isso não é uma imposição, é mais que isso, é um conselho. Obedecemos ao Senhor não porque é uma imposição ou obrigação, mas porque temos um pai que deseja o nosso bem e nos alerta com amor sobre os riscos que podemos correr. Infelizmente vemos o Senhor como um juiz austero e duro que passa leis que nos são impostas, e não como um pai amoroso que deseja o nosso melhor. 4- Quando criamos mecanismos de defesa que desenvolvemos em nós mesmos. Quando nos protegemos daquilo que somos fracos acabamos exigindo mais dos outros. Por exemplo, o que ora muito e trabalha pouco é impaciente com o que trabalha muito e não ora e vice-versa. Os nossos níveis de exigências se tornam cada vez mais intolerantes e nos tornamos menos misericordiosos. O resultado disso é que os nossos relacionamentos se tornam cada vez mais problemáticos, pesados e por isso muitos dizem que é difícil servir a Deus. Como podemos viver uma vida cristã sem peso? 1- Nascendo de novo (vs. 1). Precisamos ter uma nova experiência com Deus, nascer de novo. Nossa natureza precisa ser resgatada e restaurada no poder do Espírito Santo. O apóstolo Paulo declarou: "Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro" (Rm 8:36). Temos que nascer de novo todos os dias e sermos gerados pelo Espírito Santo de Deus todos os dias, e se não for assim a vida cristã ficará pesada, porque estaremos vivendo com valores passados numa nova realidade de vida. Não adianta colocarmos remendos numa nova realidade, colocarmos vinho novo em frascos velhos, mas o frasco precisa ser regenerado, remodelado e refeito. O nosso grande problema é que tivemos uma experiência com Deus, mas essa experiência ficou para trás e não estamos mais no processo diário e contínuo de nascermos de novo no poder do Espírito Santo de Deus. A restauração da nossa natureza aos propósitos iniciais de Deus é o que torna os mandamentos leves. 2- Amando a Deus (vs. 2 e 3). O amor torna tudo leve. Como podemos agradar a Deus? Dedicando tempo com Ele e não fazendo nada que saibamos que está errado, então agradaremos a Deus. Quando amamos alguém ou alguma coisa tudo se torna leve, mas quando não amamos tudo se torna um desastre. O que é que Deus requer de nós? Que o amemos. "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento" (Mc 12:30). "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele" (Jo 14:21). Quando amamos a Deus o nosso servir a Ele se torna leve. "Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia" (Sl 119:97). "Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração" (Sl 40:8). 3- Confiando no caráter de Deus (vs. 4). Quando falamos sobre a fé, temos que entender que existem diversas dimensões: a fé que move montanhas, a fé que se confunde com esperança, a fé que ajuda o próximo, a fé que se confirma em obras, a fé que espera, e a fé que descansa no caráter de Deus. A única dimensão de fé que torna o nosso servir a Deus leve é a fé que descansa no caráter de Deus. Esta é a fé que vence o mundo e torna os mandamentos de Deus não penosos. Quando Deus nos pedir alguma coisa, se não tivermos confiança no caráter dele, se não crermos que aquilo que nos pediu será para o nosso bem e uma proteção sobre a nossa vida, então iremos encarar essa orientação como uma "cobrança" e o nosso servir a Deus se tornará pesado. Mas se descansarmos no caráter de Deus, as orientações que Ele nos der não as receberemos como "cobranças", e sim entenderemos que Ele nos ama, que tem o melhor para nós e não quer nos ver destruídos e derrotados. Por que andamos irriquietos? Por que os mandamentos de Deus se tornaram penosos para nós? Porque ainda não aprendemos a descansar em Deus. "Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera" (Is 64:4). "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará" (Sl 37:5). O nosso grande problema é que tomamos as responsabilidades que são de Deus e tentamos resolver com as nossas próprias forças, então a nossa vida se torna uma desgraça e um desastre porque não confiamos no caráter de Deus. Fé é descansar em Deus durante o tempo que for necessário. Qual é o maior aleijão que uma pessoa pode ter na vida? O medo. Qual é o melhor momento da nossa vida? É o agora. Qual é o maior erro que podemos cometer? É desistir. Qual é o maior inimigo que temos? Somos nós mesmos. Qual é a maior facilidade que temos? Criticar os outros. Qual é a maior necessidade que precisamos ter? O bom senso. Qual é o maior dom que podemos herdar de Deus? O perdão. Qual é a maior descoberta? É o caráter de Deus que nos ajudará a descansar que Ele nos levará até o fim da jornada e dará a coroa da vida aos que o amam. Os mandamentos do Senhor não são pesados! "A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos. O temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos" (Sl 19:7-10). Deus abençoe! Ronaldo Bezerra | |||||||
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Se o fardo é leve, por que está pesado?
O crente João Sorrisão
O Esporte Espetacular conseguiu a proeza de espalhar uma bobeira por muitos campos de futebol do país, a comemoração do gol imitando o João Sorrisão da Rede Globo. A proposta do programa chega a ser ridícula. O jogador que comemorar um gol fazendo a imitação ganha um boneco do João Sorrisão. Por que profissionais que ganham entre 50 e 200 mil reais se prestam a um papel desse? Falta-lhes dinheiro para comprar um João bobo?
Gol é o momento máximo do futebol, é o momento de explosões espontâneas junto com a torcida, é o momento de surpresa e desabafo, de expectativa e alívio, de superação e conquista. Definitivamente não é o momento para imitar-se um João bobo. Como bem definiu o Xico Sá, a comemoração de um gol é como a assinatura do artista no quadro, é algo único e exclusivo, não essa bobeira de imitar boneco para promover a audiência manipuladora de uma emissora.
Igrejas, infelizmente, também estão cheias de João Sorrisão. São pessoas que não pensam por si, não se esforçam intelectualmente em nenhum questionamento, são incapazes de provocar uma mísera reflexão interior, enfim, imitam mercenários da fé nos palcos do mundo gospel.
No aparente sacro-palco esses mercenários têm um sorrisão congelado, um movimento de corpo sempre repetitivo, se produzem para agradar e conquistar as massas com discursos absurdos cujos conteúdos se parecem com o do João Sorrisão, só tem vento. Então, o que vemos? Pessoas e mais pessoas dando sentido a uma antiga música do Zé Ramalho que diz: Ô vida de gado, povo marcado é povo feliz. Ou seja, massas e massas manipuladas, se realizando em fazer o que faz o João Sorrisão, escolhendo imitá-lo sem critério, crítica ou análise. Em outras palavras, escolheu porque um montão de gente está escolhendo, é moda, pegou.
Admiradores do futebol afirmam que são raras partidas como antigamente. Apaixonados pelo evangelho afirmam o mesmo, são raros cultos e crentes como os de antigamente. Ambos, em grande parte dos casos, viraram entretenimento e negócio. Ambos foram contaminados por esquemas, políticas, grana, interesses materiais. A comparação pode ser ofensiva para muitos, no entanto, lamentavelmente se aplica. E se aplica em grande parte por causa da proliferação do efeito João Sorrisão, um boneco bobo que leva um número cada vez maior de pessoas a imitá-lo. A diferença é que cada João Sorrisão do mundo gospel de bobo não tem nada.
Exclusivo, foi assim que Deus fez você. Único na personalidade, nos jeitos e trejeitos, nos temperamentos e tempêros. Imitar para quê? A essência da imitação só cabe em referência a Cristo. Sem fotos ou vídeos na internet restou-nos o melhor, o caráter. E é exatamente o caráter de Cristo que Paulo nos desafia a imitar, muito mais como inspiração e motivação do que como uma barata e tosca imitação exterior. Enfim, solte a válvula de ar do João Sorrisão, respire fundo e encha o peito de esperança pela vida que nos foi proposta. Tem sorriso, é certo. Mas também tem choro, muito choro. É tudo muito mais real do que pensamos que é, não duvide.
Paz!
Pr. Edmilson Mendes
A morte só encontra sentido por causa da vida
Fechada no trânsito, perseguição, discussão, morte. Álcool no bar, excesso nas palavras, briga, morte. Ódio a uma nação, holocausto dos judeus, morte. Paris se apaixona por Helena de Sparta, o fogo da paixão leva ao sequestro, ela se torna Helena de Tróia, uma guerra se inicia, morte. Uma torcida a caminho do estádio se encontra com a torcida rival, quebra-quebra e pancadaria, morte. Aviões são sequestrados, prédios são derrubados, o terror está no ar, morte. Por que tanta estupidez? Até quando?
No último domingo, dia 11 de setembro, os dez anos do ataque as torres gêmeas nos Estados Unidos foi a manchete de praticamente toda a imprensa. Temos datas demais que lembram nossos fracassos. Estatísticas falham em nos responder a razão para tanta morte. A dor da família que perdeu seu adolescente numa inconsequente noitada é a mesma de uma nação frente a um ataque terrorista. Seja famoso ou anônimo, tenha ou não se tornado notícia, a perda de uma vida é irreparável. A morte só nos lembra nossa impotência e limite.
Coexistir, respeitar, colaborar, compreender e amar são verbos, indicam ação. Enquanto cor de pele, nacionalidade, posição social e conta bancária continuarem definindo a forma de tratar nosso semelhante, todo tipo de insanidade continuará nos assombrando. Quando aqueles aviões foram sequestrados todos nós também fomos. Quando as torres caíram, todos caímos. Quando africanos, muçulmanos, judeus, italianos, brasileiros ou americanos são atacados, injustiçados e assassinados, todos nós também somos, é o ápice do nosso fracasso como seres criados para amar.
Os céus sabem o que é luto. Deus, o Pai, assistiu a morte do próprio Filho. Diferentemente das milhares de mortes relatadas na história, a morte de Cristo se fez necessária. Era Ele ou nós, Ele ou toda raça humana. Ele enfrentou a parada e suportou a cruz. Até porque o mundo todo não solucionaria a questão, pois sem a morte dEle em nosso lugar, estaríamos até hoje morrendo sem qualquer chance de quitar a dívida contraída pelos trilhões de pecados que assolam o mundo. Por isso Ele assumiu a bronca, enfrentou a morte do mundo para garantir a vida a este mesmo mundo.
Lutos e mais lutos, assim tem sido escrita nossa história. A morte só encontra sentido por causa da vida, e só Jesus conseguiu atingir este nível, pois morreu e ressuscitou. Se aproxima o fim de todas as coisas como as conhecemos. Todo velório tem seu final. Vida é a nossa esperança, nEle veremos nosso pranto finalmente converter-se em riso.
Paz!
O que é o Kardecismo?
Um dos maiores engodos religiosos de nossa época é o espiritismo kardecista. Os seguidores de Kardec, acreditam que vivem o autêntico cristianismo. Será?
O Kardecismo prega a mediunidade, a caridade como tábua de salvação, a reencarnação, etc. Esta é considerada necessária à evolução dos espíritos. Estes, através das dificuldades da vida e das boas obras, podem expiar suas culpas, reparar seu passado e acumular méritos até se tornarem perfeitos. Não tão perfeitos quanto Deus, mas terão a perfeição que a criatura comporta. Alcançar a salvação é, na linguagem espírita, atingir essa inevitável perfeição. Sim, inevitável perfeição, pois o Kardecismo prega que ninguém será condenado eternamente, considerando que, mais cedo ou mais tarde, todos os espíritos avançarão rumo à perfeição e a alcançarão indubitavelmente. O Kardecismo se considera genuinamente cristão, bem como a terceira revelação de Deus à Humanidade. Pregam os kardecistas que a primeira revelação de Deus é o Antigo Testamento; e a segunda, o Novo Testamento. E o Kardecismo, ocupa o lugar de destaque como última e derradeira revelação final.
Dizem os kardecistas que "religião não se discute!" - mas o próprio Allan Kardec reconheceu o direito de expressão que deve ser assegurado ao indivíduo, porquanto ele também criticava àqueles de quem ele discordava, como o Apóstolo Paulo, a igreja cristã, a ciência, etc; e já que Kardec se colocava no direito de criticar aquilo que discordava, gostaria de mostrar algumas incoerências do Kardecismo. Vejamos:
1. O Kardecismo prega a reencarnação e não o "nascer de novo".
O Kardecismo proclama que o fato de Jesus afirmar que "aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus", constitui prova de que Jesus era reencarnacionista e que a reencarnação é a âncora da salvação e, portanto, necessária (O Livro dos Espíritos. Federação Espírita Brasileira, 74º edição, capítulo V, página 153). Alega Kardec que Jesus chamou de "nascer de novo", o que o Espiritismo chama de "reencarnação". Mas, à luz de Lc 23: 42-43, nascer de novo não é o mesmo que reencarnar, já que Jesus disse ao bandido que suplicou Sua graça, o que se segue: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso". Ora, indo o ladrão convertido, naquele mesmo dia, para o Paraíso, torna evidente que nascer de novo não é o mesmo que reencarnar. Nós, os evangélicos, cremos que o novo nascimento do qual Jesus falou, é a experiência do perdão ou salvação, que reabilita o indivíduo a ter sua vida voltada para Deus e que se dá mediante a conversão.
São muitos os textos bíblicos que negam a reencarnação, sendo Zc. 12:1, uma destas referências. Segundo este texto, o espírito do homem é formado dentro dele. Isto é mais que suficiente para provar que cada corpo tem seu próprio espírito e que este veio à existência, quando o corpo estava em formação, no ventre. Logo, nós não somos seres de outros mundos, que viemos para o planeta Terra num processo evolutivo (expiar imperfeições, reparar erros, angariar novos conhecimentos, etc.), como o ensina o kardecismo.
2. O Kardecismo nega a existência dos demônios:
"Se houvesse demônios, seriam obra de Deus. Mas, porventura, Deus seria justo e bom se houvera criado seres destinados eternamente ao mal e a permanecerem eternamente desgraçados? Se há demônios, eles se encontram no mundo inferior em que habitais e em outros semelhantes. São esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo um Deus mau e vingativo e que julgam agradá-lo por meio das abominações que praticam em seu nome" (O Livro dos Espíritos. Federação Espírita Brasileira: primeira parte, capítulo I, 76ª edição, nº 131, página 100).
"... os demônios... são... as almas dos homens perversos, que ainda se não despojaram dos instintos materiais..." (O Evangelho Segundo o Espiritismo. Federação Espírita Brasileira: 112ª edição, capítulo XII, nº 6, página 201. Grifo meu).
Dos escritos acima podemos ver nitidamente que o Kardecismo sustenta que o Diabo e os demônios não existem. O Diabo seria "a personificação do Mal"; e os demônios, "as almas dos homens perversos", ou seja, espíritos ainda maus, quer encarnados, quer desencarnados. Kardec acreditava, pois, que os demônios nada mais são que "esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo um Deus mau e vingativo...". Isso significa que após negar a existência do Diabo e dos demônios, Kardec ironiza os que crêem na existência dos demônios, dizendo que são estes os verdadeiros demônios. Em outras palavras: O Diabo e demônios são aqueles que pregam que eles existem.
3. O Kardecismo afirma que Cristo silenciou sobre "consultar os mortos".
Allan Kardec alegou que o Cristo nunca disse: "Não consulteis os mortos". Na sua opinião, o Cristo que condenou o roubo, o adultério, o homicídio, a inveja, e assim por diante, não esqueceria de condenar a mediunidade, se os espíritos que se manifestam fossem realmente demônios. Segundo ele, o Cristo não esqueceria de combater tão grave pecado. Senão, vejamos:
"Não veio Jesus modificar a lei mosaica, fazendo da sua lei o código dos cristãos? Não disse ele: - "Vós sabeis o que foi dito aos antigos, tal e tal coisa, e eu vos digo tal outra coisa?" Entretanto Jesus não proscreveu, antes sancionou a lei do Sinai, da qual toda a sua doutrina moral é um desdobramento. Ora, Jesus nunca aludiu em parte alguma à proibição de evocar os mortos, quando este era um assunto bastante grave para ser omitido nas suas prédicas, mormente tendo ele tratado de outros assuntos secundários" (O Céu e o Inferno. Federação Espírita Brasileira: primeira parte, capítulo XI, nº 6, parágrafo 3). Se o fato de Cristo não haver dito: "Não consulteis os ?mortos?", justificasse a "mediunidade", os kardecistas deveriam praticar a astrologia, pois Ele nunca disse: "Não consulteis os astros".
Quem lê a Bíblia sabe que Moisés tachou a mediunidade de abominação (isto é, nojeira). Disse ele: "Entre ti se não achará quem... consulte os mortos..., pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor... O Senhor, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis" (Dt. 18: 10-12,15). Neste texto, Moisés não só proíbe a consulta aos mortos, mas também notifica que ao invés da prática mediúnica, os seus patrícios deviam se limitar a ouvir o profeta que estava por vir, isto é, Jesus (At.3:22-23; 7:37). Então Moisés (o instrumento que Deus usou para o estabelecimento do Antigo Testamento), além de predizer o nascimento de Jesus e, conseguintemente, o advento do Novo Testamento, deixa subentendido que a proibição à mediunidade não era um só um cerimonial, fadado a expirar na cruz, como os sacrifícios de animais e outros preceitos veterotestamentários; antes tratava-se de um mandamento moral que, por isto mesmo, seria também observado pelo povo de Deus do Novo Testamento. Mas, segundo Kardec, o porquê das proibições mosaicas à prática da mediunidade, reside no fato de que a consulta aos mortos não estava sendo efetuada com o devido respeito aos mortos; antes era objeto de charlatanismo. Ora, se fosse este o motivo, certamente Deus tão-somente "regulamentaria o assunto para evitar abusos".
Conclusão: O Kardecismo é contrário a Palavra de Deus. Poderia citar inúmeras contradições entre a Bíblia e o Espiritismo Kardecista, porém estas são suficientes para provar uma coisa apenas: "O GRANDE ERRO DO KARDECISMO É ACREDITAR EM UM DEUS QUE SEJA MUITO BOM E POUCO JUSTO". Geralmente pensa-se que a Bíblia ensina que Deus é tão bom que por maior que seja o pecado, se o pecador se arrepende e pede perdão, Deus o perdoa. Mas a verdade solene é que Deus é tão justo que, segundo a Bíblia, por menor que seja o pecado, e por mais que o pecador se arrependa e peça perdão desse "pecadinho", Deus não perdoa. O pecado é, na opinião de Deus, uma dívida que tem que ser paga inevitavelmente. A única maneira de Deus nos perdoar perfeitamente é segundo o sacrifício de seu filho Jesus Cristo, a expiação perfeita, o Cordeiro Santo e Sacrifício Único, dado de uma vez por todas e para sempre. Sem Cristo é impossível obter a salvação. Ela não é fruto de uma obra meritória pessoal, mas Graça proveniente de Deus para todo aquele que invocar o nome do Senhor. A SALVAÇÃO NÃO VEM PELAS OBRAS, MAS PELA ÚNICA OBRA DE CRISTO NA CRUZ!
A Ele toda a Glória.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
NO MILAGRE DOS PÃES E PEIXES
NO MILAGRE DOS PÃES E PEIXES
Mc 6:34-43
Pr Alencar Menezes
O milagre da multiplicação dos pães e peixes não se configura apenas no fato da multiplicação em si mesma, mas, também, nos fatos que cercam tal acontecimento, tais como, a compaixão de JESUS para com os necessitados, o esquecimento dos discípulos que Jesus pode suprir todas as necessidades, o desafio de fé de JESUS para todos nós, a disponibilidade de JESUS em todos os momentos, a valorização do que temos, a organização em momentos decisivos, entre outros. Certamente, tudo que acontece em torno das bênçãos pode nos falar muito mais da provisão e providência de DEUS.
O que podemos notar em volta do milagre dos pães e peixes?
1- (v. 34) A COMPAIXÃO DE JESUS PARA COM OS NECESSITADOS
JESUS abraça nossa causa e nos ensina através de Sua palavra como termos acesso à vida abundante e o convívio com o Pai.
2- (v. 35-36) O FOCO NAS DIFICULDADES AO INVÉS DE JESUS
Em muitas situações pessoas agem como os discípulos dando prioridade em suas mentes e corações às dificuldades que se apresentam em meio aos seus projetos e sonhos, mesmo JESUS estando bem próximo.
3- (v. 37a) JESUS NOS DESAFIA A UMA ATITUDE DE FÉ
Jesus nos fala a dar um primeiro passo de solidariedade usando a nossa fé, confiando que Ele está perto.
4- (v. 38) A VALORIZAÇÃO DO QUE SE TEM
JESUS nos fala que devemos olhar para aquilo que DEUS já tem nos proporcionado e glorificar o Seu nome sendo um bom mordomo de tudo.
5- (v. 39-40) O ESPÍRITO DE ORGANIZAÇÃO
JESUS nos mostra que em todos os momentos devemos ser organizados. Também no contexto do sobrenatural, o Espírito Santo opera na ordem e na decência e devemos levar isso para todas as áreas de nossa vida (sentimental, espiritual, profissional, social, ministerial).
6- (v. 41a) ATO DE ORAÇÃO
JESUS mostra que em meio à necessidade não podemos nos esquecer de dar graças e falar com DEUS e que só assim as coisas tomam o devido rumo.
7- (v. 41b-43) PARTILHA E FARTURA
Na partilha e fartura, agora aqueles homens que estavam em um deserto, sem saber como alimentar uma multidão, eram obrigados a carregar, cada um, um cesto cheio do que havia sobejado, ao alimentar a todos.
CONCLUSÃO: O milagre da multiplicação nos ensina que devemos estar prontos para as maravilhas do Senhor e de como devemos estar preparados para contemplar bem mais do que sonhamos ou planejamos.
Tudo começa quando colocamos JESUS na nossa vida.
DEUS ESCREVE NOSSA HISTORIA
DEUS ESCREVE A NOSSA HISTÓRIA
Gênesis 41:51
Pr Alencar Menezes
Sabe-se, da vida de José, de como ele sofreu nas mãos dos irmãos, de como depois de jogado em um poço foi vendido como escravo, de como viveu como escravo na casa de Potifar (servo da corte do Faraó), de como sofreu perseguição e calúnia por parte da esposa de Potifar, de como passou anos no cárcere para, só depois, receber de Deus o cumprimento das promessas de prosperidade em sua vida. Quando nasceu seu primogênito, José entendeu que, verdadeiramente, sua vida tomara um rumo de vitória. Aquele momento passou a ser um marco e um sinal valioso dos cuidados de Deus sobre sua vida. O nome de seu primogênito era Manassés que significa “Deus fez-me esquecer”. Dessa forma, José entendia que definitivamente Deus tinha mudado sua história.
Para mudar nossa história de luta para história de bênção é preciso:
1-NÃO RECEBER A PALAVRA DE DERROTA
Muitas pessoas recebem palavras de cancelamento em suas vidas que acabam limitando suas vidas espirituais, profissionais e relacionamentos. Estas palavras podem partir de pessoas que estão próximas de nós, assim como aconteceu com José. Coloque no seu coração que Deus falou que “comeremos o melhor dessa terra” e nenhuma palavra de maldição pode mudar isso por que somos revestidos pelo sangue de Cristo.
2-NÃO RECUAR NAS DIFICULDADES
A palavra fala que José sempre seguiu em frente, fiel ao Senhor, mesmo diante das circunstâncias que se apresentaram. Este é o exemplo de fé de Abrão que partiu para uma terra desconhecida confiando na promessa do Senhor. Quando confiamos não recuamos porque sabemos que o nosso futuro é a vitória. Esse é o espírito que guia José em toda sua história. Mantenha o foco na palavra de Deus e isso te fará seguir em frente.
3-FUGIR DO PECADO
Uma das atitudes mais reveladoras na história de José se dá quando ele foge do assédio sexual por parte da mulher de Potifar. Este fato é marcante. José teria interrompido sua caminhada rumo a restituição e teria ficado preso no laço da prostituição caso não corresse. É fundamental romper com o pecado e toda espécie de ato ilegal que cancela a nossa conquista.
4-SER ZELOSO
Tudo que José fazia era digno de elogios mesmo sendo escravo ou estando preso. Devemos entender que Deus é glorificado em nossas atitudes e tudo que fazemos, pensamos ou deixamos de fazer tem conseqüências espirituais. Dessa forma, tudo que for de projeto e metas traçadas para sua vida seja colocada em prática com zelo, pois Deus estará sendo glorificado nessas ações. Dê o seu melhor para Deus. As pessoas que não têm essa perspectiva acabam fazendo tudo de qualquer jeito e, portanto, isso refletirá em todas as áreas da sua vida.
5-PERDOAR
É principal na vida do cristão pedir e dar o perdão. O perdão de Jesus para nós está condicionado à nossa atitude de perdoar. Quando liberamos o perdão cortamos as amarras do passado. Quando José encontrou-se com seus irmãos chorou e entendeu que todas as coisas que haviam acontecido contribuíram para o seu sucesso como homem próspero e com uma família. Quando o homem se prende a mágoas e ressentimentos do passado ele trava a sua história. Não há como ser bem sucedido por completo se houver pendências sentimentais. Libere o perdão para aqueles que te jogaram numa cova, para aqueles que te agrediram com palavras de maldição e de derrota, para aqueles que te induziram ao pecado. Comece liberando o perdão para você mesmo e seja livre pelo sangue de Jesus.
Aceite a Cristo como Senhor e salvador.
sábado, 3 de setembro de 2011
Billy Granm Lança Novo Livro
Aos 92 anos de idade, líder trabalha em obra sobre velhice
O evangelista Billy Graham está com ”boa saúde completa” gosta acompanhar os eventos atuais e está trabalhando em um livro sobre o envelhecimento, de acordo com um comunicado do porta-voz de Graham.Graham também gosta das visitas semanais de seu pastor, Dom Wilton da Primeira Igreja Batista de Spartanburg, South Carolina.
O porta-voz de Graham A. Larry Ross forneceu uma declaração depois de a Baptist Press perguntar sobre a saúde do evangelista.
“Aos 92 anos, Billy Graham passa a maior parte de seu tempo em sua casa nas montanhas do oeste da Carolina do Norte, onde ele recebe periodicamente a família e amigos de longa data”, dizia a declaração. “Ele continua em boa saúde, com um coração forte e mente clara, enquanto lida com várias condições relacionadas à idade. – como a degeneração macular e perda auditiva Ele continua fazendo exercícios regular de resistência, incluindo caminhadas curtas em sua casa da montanha, confiando em um andador para o equilíbrio”.
“O evangelista mundial continua a manter grande interesse em acompanhar os eventos atuais e habitualmente acompanha o noticiário do dia nos noticiários televisivos noturnos e programas a cabo. Ele tem tempo devocional diário com sua família e amigos e / ou sua equipe, e espera a visitas semanais de seu pastor, o Dr. Don Wilton da Primeira Igreja Batista de Spartanburg, SC.
“Billy Graham continua a estar envolvido com projetos de escrita, incluindo um livro sobre o envelhecimento. Ele visita regularmente o seu filho, Franklin, que, como Presidente do CEO da Associação Evangelística Billy Graham, consistentemente tem atualizado o seu pais sobre atividades atuais do ministério, procurando seu conselhos e atenção orante da organização que leva seu nome, que ele fundou mais de 60 anos atrás.
“Sr. Graham aguarda com expectativa o momento em que será reunido no céu com sua esposa Ruth, e continua a ser grato pelas orações de tantas pessoas ao longo dos anos”.
Data: 3/9/2011 08:10:00
Fonte: Batist Press
Fonte: Batist Press
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