sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Paguei e não recebi o produto!!

Henrique Santiago Bolorino
16/08/2011 11:23
Também fui vitima deste site e estão vendo no mercado livre, como pode??
Comprei um galaxy tab, o site parece ser de uma empresa séria mas nao é, no incio te tratam bem, depois desaparecem, comprei no dia 28/07/2011, hoje 15/08/2011, não recebi nada não respondem , apenas enviaram um SEDEX com nome endereço errado, nem voltando pra eles não acharam o número, não comprem dessas empresa.

JPRINT SHOP - EMPRESA [editado pelo Reclame Aqui]

A empresa JPRINT SHOP é uma empresa [editado pelo Reclame Aqui], onde realiza vendas de materias de informática, impressoras e eletronicos com preço baixo em relação ao mercado e com falsas esperanças de prazo de entrega, frete gratis por sedex e entre outras propagandas enganosas... Não comprem nessa loja pois a mesma não realiza a entrega dos produtos, onde mesmo a empresa não existe... Comprei um sansung Galaxy e efetuei o deposito na conta do bradesco no valor de R$ 1.000,00, sorte minha fiquei desconfiado e fui ao banco a tarde, onde com o comprovante do deposito conseguir reverter o caso e conseguir o dinheiro de volta... Graças a Deus não pedir meu dinheiro, mas fica aqui a dica... vá ao banco dizendo que depositou errado e tente depositar em outra conta do mesmo banco, pois comigo foi possivel...
http://www.reclameaqui.com.br/1588212/jprint-shop/jprint-shop-empresa-fantasma/

NÃO COMPREM IMPRESSORA PLOTTER DE RECORTE DA JPRINT !!!

Comprei uma impressora Plotter de Recorte A3 Hefei por R$ 999,20 à vista, via transferência bancária, de conta destino: Bradesco, Ag. 2234, C/C 511440-3, Titular: José Vaz de Azevedo, CPF 358.089.423-49, acompanhei a entrega do produto pelo site dos correios, e quando chegou o produto, chegou uma caixa com um jornal amassado dentro! Precisamos fazer alguma coisa para PEGAR esse cara! Tipo uma armadilha! Pq. a polícia, a justiça mesmo... affff.... demora... e olhe lá... Se alguém tiver alguma idéia, me mande!
http://www.reclameaqui.com.br/1625404/jprint-shop/nao-comprem-impressora-plotter-de-recorte-da-jprint/

SITE JPRINT É CLONADA, NAO PERTECE A EMPRESA JPRINT

Amigos,

sou gerente da empresa J Print Suprimentos, ja recebi diversas ligações de consumidores que foram [editado pelo Reclame Aqui] com esse site, nao comprem nada nesse site jprintshop, utilizaram os dados da nossa empresa para montar esse site, ja foi feito boletim de ocorrencia, mais infelizmente fui informado que nao podemos fazer nada para tirar o site do ar, peço para aqueles que tiverem alguma duvida que liguem 11-3976-2931 (verdadeiro tel da jprint).

Att,

Eduardo Correia
J Print Suprimentos

Site de empresa clonado www.jprintshop.com.br - Não comprem

Meu nome é Ramon e estou iniciando um negocio de estamparia de camisetas. No dia 17/08/2011 realizei a compra de um plotter de recorte no site www.jprintshop.com.br e realizei o pagamento através de boleto bancario no valor de R$ 999,20. Fui ao site e confirmei o pagamento, e no dia seguinte eles postaram o plotter e me mandaram o seguinte codigo de rastreamento PB415846932BR vi todo o processo no site dos correios, já começei a estanhar da empresa quando percebi que a postagem foi feita em MG sendo que a empresa é de SP, mas continuei aguardando e até que a postagem chegasse a minha cidade e quando saiu para entrega, no mesmo dia não recebi nada e o site dos correios atualizou a postagem para endereço ou numero não encontrado e a postagem voltou para MG, entrei no Site e conversei no chat com Marcelo Silva e o mesmo tinha falado que iria fazer uma nova postagem em emegercial via sedex 10 e que hoje estaria recebendo esse produto, mas nada, tentei contato telefonico nada, então começei a buscar todas as informações sobre essa empresa e descobrir varias reclamações de pessoas que foram enganadas por esse site. Os nomes principais que encontrei das reclamações das pessoas são:

Manoel Dantas de Azevedo
Endereço: Rua Dr. Manoel Thomaz Teixeira Souza, 882
Bairro Tocantins - Uberlândia - Minas Gerais - Cep: 38.415-270
Data de nascimento: 22/06/1954
Título de Eleitor: 07.812.722.220-03

Paulo Bernardo das Chagas
AG:3123-2 CC:9991-0

Marcelo Silva ( O atendente do chat)

JULIO CESAR DE ABREU (Dono do dominio do site no registro BR)
Documento: 008.601.737-39

Esse site foi criado e clonou o nome da empesa JPrint, eu encontrei o verdadeiro dono da empresa Jprint, ele estão no mercado a 15 anos e nunca teve site, conversei com Eduardo e ele me disse tudo sobre o que ele está passando, pois esse pessoal de MG clonaram a empresa dele e colocaram esse site no ar e estão prejudicando a gente e inclusive o verdadeiro dono da empresa que com Boletim de ocorrencia tentou o possivel para retirar esse site do ar e procurar os vedadeiros responsaveis, mas nada pode fazer o delegado disse que não consegue tirar o site do ar.

Deixo o contato do Eduardo (11) 3976-2931 para qualquer duvida e informações do caso e eu estou fazendo um boletim de ocorrencia junto com a copia que o Eduardo está me passando e vou denunciar esse site em todas as midias que possivel. Pois não podemos ficar assim, gente o nome das pessoas estão ai, e precisamos que as autoridades resolvam isso e coloquem os verdadeiros culpados atrás das grades.
http://www.reclameaqui.com.br/1620876/jprint-shop/site-de-empresa-clonado-www-jprintshop-com-br-nao-comprem/

espalhe esta reclamação.

Mergulhando nos rios de Deus

"E por onde quer que entrar o rio viverá todo ser vivente que vive em enxames, e haverá muitíssimo peixe; porque lá chegarão estas águas, para que as águas do mar se tornem doces, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio. Os pescadores estarão junto dele; desde En-Gedi até En-Eglaim, haverá lugar para estender as redes; o seu peixe será, segundo a sua espécie, como o peixe do Mar Grande, em multidão excessiva" (Ez. 47:9-10).

Ezequiel 47 descreve o rio de Deus, que tem todos os tipos de cardumes. Cardumes não se misturam uns com os outros, mas estão dentro do mesmo rio, se alimentando nas mesmas águas. Assim são as células homogêneas, que estão dentro do mesmo rio, a mesma visão, mas têm objetivos específicos para suas respectivas redes, cumprindo o objetivo de cada grupo homogêneo. Precisamos compreender que, se estamos no rio de Deus, vamos estar imersos nas mesmas águas, comendo o alimento que vem desta água.

Os peixes de cada cardume se protegem ficando todos juntos, para dar a sensação de impotência para o predador. Quanto mais estiverem unidos, mais dificilmente serão atacados. Um peixe isolado é presa fácil. Quando estamos todos juntos, o inimigo ataca, mas não nos pega. Se estivermos isolados, caímos no laço. Por isso, nunca ande só, nem resolva problemas ou tome decisões sozinho. Procure seu discipulador e ensine seus discípulos a procurarem você. Peça a Deus que sobre você a graça suplante a angústia, o estresse, a irritação. Quando estamos angustiados, perdemos a reflexão, e nessa perda começamos a falar coisas impensadas.

Um rio e todo afluente, que tem uma fonte, passa por dificuldades quando chega a época da seca. Embora não desça o nível da essência, desce o nível da água. A água pode estar correndo pouco, mas a essência da água que corre ali é a mesma da fonte. Mas, quando vem a chuva - o avivamento - o rio torna a tomar o seu leito e transborda na proporção esperada ou até maior. E, quanto mais água, mais necessidade há de leitos para que ela corra. Todo rio procura os braços para correr e não se detém por nada, até chegar no mar. Sua vida é o leito por onde corre o rio de Deus, e esse leito deve transbordar e inundar todos os que estão ao seu redor, para que mergulhem nas águas do Senhor e se tornem também leitos límpidos.

Estamos recebendo a unção tremenda. Estamos sendo chamados pais e mães de multidões. As águas estão crescendo, e vamos precisar de mais leitos, de mais braços para o rio correr. "Desde En-Gedi até En-Eglaim" haverá lugar para estender as nossas redes e nossos cardumes serão "como o peixe do Mar Grande, em multidão excessiva".

Pr. Renê Terra Nova

História de Israel


O povo judeu nasceu na Terra de Israel (Eretz Israel). Nela transcorreu uma etapa significativa de sua longa história, cujo primeiro milênio está registrado na Bíblia; nela se formou sua identidade cultural, religiosa e nacional; e nela se manteve ininterrupta, através dos séculos, sua presença física, mesmo depois do exílio forçado da maioria do povo. Durante os longos anos de dispersão, o povo judeu jamais rompeu ou esqueceu sua ligação com sua terra. Com o estabelecimento do Estado de Israel, em 1948, foi recuperada a independência judaica, perdida 2000 anos antes.
A  área de Israel, dentro das fronteiras e linhas de cessar-fogo, inclusive os territórios sob o auto-governo palestino, é de 27.800 km2 . Com sua forma longa e estreita, o país tem cerca de 470 Km de comprimento e mede 135 Km em seu ponto mais largo. Limita-se com o Líbano ao Norte, com a Síria a nordeste, a Jordânia a leste, o Egito a Sudoeste e o Mar Mediterrâneo a oeste.

A distância entre montanhas e planícies, campos fertéis e desertos pode ser coberta em poucos minutos. A largura do país, entre o Mediterrâneo  a oeste e o Mar Morto, a leste, pode ser cruzada de carro em cerca de 90 minutos; e a viagem desde Metullah, no extremo norte, a Eilat, o ponto mais meridional leva umas 9 horas. 
Israel pode ser dividida em quatro regiões geográficas: três faixas paralelas que correm de Norte a Sul, e uma vasta zona, quase toda árida, na metade Sul do país. 
Jerusalém
Terra de Deus, promessa para os homens
Jerusalém está edificada nas colinas da Judéia, a cerca de 70 Km do Mar Mediterrâneo, no centro de Israel. Eqüidistante de Eilat, ao sul, e de Metullah, ao norte - os pontos extremos do país. Nesta geografia, acontecimentos inigualáveis que não se repetem, mudaram o rumo da história do mundo.
O nome da cidade é mencionado centenas de vezes nas Escrituras Sagradas e em fontes egípcias. Jerusalém, do rei Melquisedeque e do Monte Moriá, onde o patriarca Abraão esteve pronto para sacrificar o seu filho; Jerusalém, da capital do reino de Davi, do primeiro templo de Salomão e do segundo templo, reconstruído por Herodes;  Jerusalém, palco dos profetas Isaías e Jeremias, cujas pregações influenciaram atitudes morais e religiosas da humanidade; Jerusalém, onde Jesus peregrinou, foi crucificado, ressuscitou e subiu ao Céu; Jerusalém, da figueira que brotou, sinal dos tempos, relógio de Deus.
Nomes e Significados
Segundo o pesquisador, Pr. Enéas Tognini, o nome de Jerusalém aparece em registros antiqüíssimos. Nos textos egípcios do Império Medo foram grafados Rusalimun e Urusali-Mum. No texto Massorético, Yerusalaim. No aramaico bíblico Yeruselem. E para nosso vernáculo chegou através do grego Hierousalem.
A cidade, antes de ser tomada pelos filhos de Israel, pertencia aos jebuseus. E nos escritos jebuseus lê-se Yebusi. Em Juízes 19:10 afirma-se que Jebus é Jerusalém, donde se conclui que o nome Jerusalém não é de origem hebraica.
Nos Salmos 87:2 e 51:18 e mais 179 vezes, Jerusalém é chamada Sião. Outros nomes na Bíblia e extra-bíblicos são dados a Jerusalém: Cidade de Davi ( I Rs. 8.1); Cidade de Judá (II Cr. 25.28); Cidade Santa (Ne. 11.1 E Is. 52.1); Cidade de Deus (Is. 60.14) (Sl. 87.2); Ariel (Is. 29.1); Ladeira de Deus (Is. 1.26); Cidade de Justiça (Is. 1.26); Cidade do Grande Rei (Mt. 5.35) ; Aelia Capitolina (o primeiro nome do Imperador Adriano era Aelio e, em 135 d.C. esse foi o nome que se deu à cidade que paganizou); El-Kuds (“a santa”, nome que o árabe deu a Jerusalém). Alguns estudiosos afirmam que a primeira parte da palavra Jerusalém (a raiz IRW) encerra a idéia de fundamento, e “Salém” significa paz, portanto Jerusalém = cidade da paz.  Morada da paz! Eis o que significa Jerusalém na língua hebraica.
Tempos Bíblicos
A história judaica começou há mais ou menos 4000 anos (c. séc. XVII A.C.) - com o patriarca Abraão, seu filho Isaque e seu neto - Jacó. Documentos encontrados na Mesopotâmia, que datam de 2000 - 1500 E.C., confirmam aspectos de sua vida nômade, tal como a Bíblia descreve.
Êxodo e o assentamento
Após 400 anos de servidão, os israelitas foram conduzidos à liberdade por Moisés que, segundo a narrativa bíblica, foi escolhido por Deus para tirar Seu  povo do Egito e retornar à Terra de Israel, prometida a seus antepassados (sec. XIII-XII A.C). Durante 40 anos eles vagaram no deserto do Sinai, tornando-se uma nação; lá receberam o Pentateuco, que inclui os Dez Mandamentos. O êxodo do Egito (1300 A.C.) deixou uma marca indelével na memória nacional do povo judeu, e tornou-se um símbolo universal de liberdade e independência. Todo ano os judeus celebram as festas de Pessach (a Páscoa judaica), Shavuot (Pentecostes) e Sucot (Festa dos Tabernáculos) relembrando os eventos ocorridos naquela época.
A Monarquia
O reinado do primeiro rei, Saul (1020 A.C.), permitiu a transição entre a organização tribal já frouxa e o pleno estabelecimento da monarquia, sob David, seu sucessor.
O Rei David (1004-965 A.C.) fez de Israel uma das potências da região através de bem sucedidas expedições militares, entre as quais a derrota final dos filisteus, assim como as  alianças políticas com os reinos vizinhos. Ele unificou as doze tribos israelitas num só reino e estabeleceu sua capital, Jerusalém. David foi sucedido por seu filho Salomão (965-930 A.C.) que consolidou ainda mais o reino. Salomão garantiu a paz para seu reino, tornando-o uma das grandes potências da época. O auge do seu governo foi a construção do Templo de Jerusalém.
A Monarquia dividida
Após a morte de Salomão (930 A.C.) uma insurreição aberta provocou a cisão das tribos do norte e a divisão do país em dois reinos: o reino setentrional de Israel, formado pelas dez tribos do norte, e o reino meridional de Judá, no território das tribos de Judá e Benjamim.
O Reino de Israel, com sua capital Samaria, durou mais de 200 anos, e teve 19 reis; o Reino de Judá sobreviveu 350 anos, com sua capital, Jerusalém, e teve o mesmo número de reis, todos da linhagem de David. Com a expansão dos impérios assírios e babilônicos, tanto Israel quanto Judá, mais tarde, acabaram caindo sob domínio estrangeiro. O Reino de Israel foi destruído pelos assírios (722 A.C.) e seu povo foi exilado e esquecido. Uns cem anos depois, a Babilônia conquistou o Reino de Judá, exilando a maioria de seus habitantes e destruindo Jerusalém e o Templo (586 A.C.).
Primeiro Exílio (586 - 538 a.c.)
A conquista babilônica foi o primeiro estado judaico (período do Primeiro Templo), mas não rompeu a ligação do povo judeu com sua terra. Às margens dos rios da Babilônia, os judeus assumiram o compromisso de lembrar para sempre da sua pátria: “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza. Apegue-se a língua ao paladar, se não lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.” (Sl. 137.5,6)
O exílio na Babilônia, que se seguiu à destruição do Primeiro Templo, marcou o início da Diáspora Judaica. Lá, o judaísmo começou a desenvolver um sistema e um modo de vida religioso fora de sua terra, para assegurar a sobrevivência nacional e a identidade espiritual do povo, concedendo-lhe a vitalidade necessária para preservar seu futuro como uma nação.  
Dominação Estrangeira
Os Períodos Persa e Helenístico (538-142 A.C.)
Em conseqüência de um decreto do Rei Ciro, da Pérsia, que conquistou o império babilônico, cerca de 50.000 judeus empreenderam o primeiro retorno à Terra de Israel, sob a liderança de Zerobabel, da dinastia de David. Menos de um século mais tarde, o segundo retorno foi liderado por Esdras, o Escriba. Durante os quatro séculos seguintes, os judeus viveram sob diferentes graus de autonomia sob o domínio persa (538-333 A.C.) e helenístico - ptolemaico e selêucida (332-142 A.C.)
A repatriação dos judeus, sob a inspirada liderança de Esdras, a construção do segundo templo no sítio onde se erguera o primeiro, a fortificação das muralhas de Jerusalém e o estabelecimento da Knesset Haguedolá (a Grande Assembléia), o supremo órgão religioso e judicial do povo judeu, marcaram o início da segundo estado judeu (período do segundo templo). Como parte do mundo antigo conquistado por Alexandre Magno, da Grécia (332  A.C.), a Terra de Israel continuava a ser uma teocracia judaica, sob o domínio dos selêucidas, estabelecidos na Síria. Quando os judeus foram proibidos de praticar o judaísmo e seu Templo foi profanado, como parte das tentativas gregas de impor a cultura e os costumes helenísticos a toda a população, 
desencadeou-se uma revolta (166 a.C.) liderada por Matatias, da dinastia sacerdotal dos Hasmoneus, e mais tarde por seu filho, Judá, o Macabeu. Os judeus entraram em Jerusalém e purificaram o Templo (164 A.C), eventos comemorados até hoje anualmente, na festa do Chanuká.  
A Dinastia dos Hasmoneus ( 142-63 A.C.)
Após novas vitórias dos Hasmoneus (142 a.C.), os selêucidas restauraram a autonomia da Judéia (como era então chamada a Terra de Israel) e, com o colapso do reino selêucida (129 a.C.), a independência judaica foi reconquistada. Sob a dinastia dos Hasmoneus, que durou cerca de 80 anos, as fronteiras do reino eram muito semelhantes às do tempo do Rei Salomão; o regime atingiu consolidação política e a vida judaica floresceu.
O Domínio Romano (63 - 313 A.C.)
Quando os romanos substituíram os selêucidas no papel de grande potência regional, eles concederam ao rei Hasmoneus Hircano II autoridade limitada, sob o controle do governador romano sediado em Damasco. Os judeus eram hostis ao novo regime, e os anos seguintes testemunharam muitas insurreições. Uma última tentativa de reconquistar a antiga glória da dinastia  dos  Hasmoneus  foi  feita  por  Matatias Antígono, cuja  derrota  e  morte  trouxe fim ao governo dos Hasmoneus (40 a.C.); o país tornou-se, então, uma província do Império Romano.
Em 37 a.C., Herodes, genro de Hircano II, foi nomeado Rei da Judéia pelos romanos. Foi-lhe concedida autonomia quase ilimitada nos assuntos internos do país, e ele se tornou um dos mais poderosos monarcas da região oriental do Império Romano, porém não conseguiu a confiança e o apoio de seus súditos judeus.
Dez anos após a morte de Herodes (4  a.C.), a Judéia caiu sob a administração romana direta. À proporção que aumentava a opressão romana à vida judaica, crescia a insatisfação, que se manifestava por violência esporádica, até que rompeu uma revolta total em 66 a.C.. As forças romanas, lideradas por Tito, superiores em número e armamento, arrasaram finalmente Jerusalém (70 a.C.) e posteriormente derrotaram o último baluarte judeu em Massada (73 a.C.).
A destruição total de Jerusalém e do Templo foi uma catástrofe para o povo judeu. De acordo com o historiador da época, Flavio Josefo, centenas de milhares de judeus pereceram durante o cerco a Jerusalém e em outros pontos do país, e outros milhares foram vendidos como escravos.
Um último breve período de soberania judaica na era antiga foi o que se seguiu à revolta de Shimon Bar Kochbá (132 a.C.), quando Jerusalém e a Judéia foram reconquistadas. No entanto, dado o poder massivo dos romanos, o resultado era inevitável. Três anos depois, segundo o costume romano, Jerusalém foi “sulcada por uma junta de bois”; a judéia foi rebatizada de Palestina e a Jerusalém foi dado o novo nome de Aelia Capitolina.
O Domínio Bizantino (313-646 d.C.)
No final do sec. IV, após a conversão do imperador Constantino ao cristianismo e a fundação do Império Bizantino, a Terra de Israel se tornara um país predominantemente cristão. Os judeus estavam privados de sua relativa autonomia anterior, assim como do direito de ocupar cargos públicos; também lhes era proibida a entrada em Jerusalém, com exceção de um dia por ano (Tishá be Av - dia 9 de Av), quando podiam prantear a destruição do Templo.
A invasão persa de 614 d.C., contou com o auxílio dos judeus, animados pela esperança messiânica da Libertação. Em gratidão por sua ajuda eles receberam o governo de Jerusalém; este interlúdio, porém, durou apenas três anos. Subseqüentemente, o exército bizantino recuperou o domínio da cidade (629 d.C.), e os habitantes judeus foram novamente expulsos.
Domínio Árabe (639-1099 d.C.)
A conquista do país pelos árabes ocorreu quatro anos após a morte de Maomé (632 d.C.) e durou mais de quatro séculos, sob o governo de Califas estabelecidos primeiramente em Damasco, depois em Bagdá e no Egito. No início do domínio muçulmano, os judeus novamente se instalaram em Jerusalém, e a comunidade judaica recebeu o costumeiro status de proteção concedido aos não-muçulmanos sob domínio islâmico, que lhes garantia a vida, as propriedades e a liberdade de culto, em troca do pagamento de taxas especiais e impostos territoriais.
Contudo, a introdução subseqüente de restrições contra os não-muçulmanos (717 d.C.) afetou a vida pública dos judeus, assim como sua observância religiosa e seu status legal. Pelo fim do sec. XI, a comunidade judaica da Terra de Israel havia diminuído consideravelmente.
Os Cruzados  (1099-1291 d.C.)
Nos 200 anos seguintes, o país foi dominado pelos Cruzados que, atendendo a um apelo do Papa Urbano II, partiram da Europa para recuperar a Terra Santa das mãos dos “infiéis”. Em julho de 1099, após um cerco de cinco semanas, os cavaleiros da Primeira Cruzada e seu exército de plebeus capturaram Jerusalém, massacrando a maioria de seus habitantes não-cristãos.
Entrincheirados em suas sinagogas, os judeus defenderam seu quarteirão, mas foram queimados vivos ou vendidos como escravos. Nas poucas décadas que se sucederam, os cruzados estenderam seu poder sobre o restante do país. Após a derrota dos cruzados pelo exército de Saladino (1187 d.C.), os judeus passaram a gozar de liberdade, inclusive o direito de viver em Jerusalém. O domínio cruzado sobre o país chegou ao fim com a derrota final frente aos mamelucos (1291 d.C.) uma casta militar muçulmana que conquistara o poder no Egito.
O Domínio Mameluco (1291-1516 d.C.)
Sob o domínio mameluco, o país tornou-se uma província atrasada, cuja sede de governo era em Damasco. O período de decadência sob os mamelucos foi obscurecido ainda por revoltas políticas e econômicas, epidemias, devastação por gafanhotos e terríveis terremotos.
O Domínio Otomano (1517-1917 d.C)
Após a conquista otomana, em 1517, o país foi dividido em quatro distritos, ligados administrativamente à província de Damasco; a sede do governo era em Istambul. No começo da era otomana, cerca de 1000 famílias judias viviam na Terra de Israel, em Jerusalém, Nablus (Sichem), Hebron, Gaza, Safed (Tzfat) e algumas aldeias da Galiléia. A comunidade se compunha de descendentes de judeus que nunca haviam deixado o país, e de imigrantes da África do Norte e da Europa.
Um governo eficiente, até a morte do sultão Suleiman, o Magnífico (1566 d.C.), trouxe melhorias e estimulou a imigração judaica. À proporção que o governo otomano declinava e perdia sua eficiência, o país foi caindo de novo em estado de abandono geral. No final do séc. XVIII, a maior parte das terras pertencia a proprietários ausentes, que as arredavam a agricultores empobrecidos pelos impostos elevados e arbitrários. As grandes florestas da Galiléia e do monte Carmelo estavam desnudas; pântanos e desertos invadiam as terras produtivas.
O sec. XIX testemunhou os primeiros sinais de que o atraso medieval cedia lugar ao progresso. Eruditos ingleses, franceses e americanos iniciavam estudos de arqueologia bíblica. Foram inauguradas rotas marítimas regulares entre a Terra de Israel e a Europa, instaladas conexões postais e telegráficas e construída a primeira estrada, entre Jerusalém e Iafo. A situação dos judeus do país foi melhorando, e a população judaica aumentou consideravelmente. Inspirados pela ideologia sionista, dois grandes fluxos de judeus da Europa Oriental chegaram ao país, no final do sec. XIX e início do sec. X. Resolvidos a restaurar sua pátria através do trabalho agrícola, estes pioneiros começaram pela recuperação da terra árida, construíram novas colônias e lançaram os fundamentos do que mais tarde se tornaria uma próspera economia agrícola.
Ao romper a I Guerra Mundial (1914), a população judaica do país totalizava 85.000 habitantes, em contraste com os 5.000 do início do séc. XVI.
Em dezembro de 1917, as forças britânicas, sob o comando do General Allemby, entraram em Jerusalém, pondo fim a 400 anos de domínio otomano.
O Domínio Britânico (1918-1948)
Em julho de 1922, a Liga das Nações confiou à Grã-Bretanha o mandato sobre a Palestina (nome pelo qual o país era designado na época). Reconhecendo a "a ligação histórica do povo judeu com a Palestina", recomendava que a Grã-Bretanha facilitasse o estabelecimento de um lar nacional judaico na Palestina - Eretz Israel (Terra de Israel). Dois meses depois, em setembro de 1922, o Conselho da Liga das Nações e a Grã-Bretanha decidiram que as estimulações destinadas ao estabelecimento deste lar nacional judaico não seriam aplicadas à região situada a leste do Rio Jordão, cuja área constituía os 3/4 do território do Mandato - e que mais tarde tornou-se o Reino Hashemita da Jordânia.  
O Estado de Israel - 1948
Com a resolução da ONU de 19 de novembro de 1947, em 14 de maio de 1948, data em que terminou o Mandato Britânico, a população judaica na Terra de Israel era de 650.000 pessoas, formando uma comunidade organizada, com instituições políticas, sociais e econômicas bem desenvolvidas - de fato, uma nação em todos os sentidos, e um estado ao qual só faltava o nome, porém opondo-se ao estabelecimento do novo Estado os países árabes lançaram-se num ataque de várias frentes, dando origem à Guerra da Independência em 1948 - 1949, que defendeu a soberania que havia acabado de reconquistar. Com o fim da guerra, Israel concentrou seus esforços na construção do estado pelo qual o povo tinha lutado tão longa e arduamente.
A Guerra dos Seis Dias - 1967
As esperanças por mais uma década de relativa tranqüilidade se esvaneceram com a escalada dos ataques terroristas árabes através das fronteiras como Egito e a Jordânia. Ao fim de seis dias de combates, os núcleos populacionais do norte do país ficavam livres do bombardeamento sírio, que durara 19 anos; a passagem de navios israelenses e com destino a Israel, através do Estreito de Tiran estava assegurada; e Jerusalém, que estivera dividida entre Israel e Jordânia desde 1949, foi reunificada sob a autoridade de Israel.
A Guerra de Iom Kipur - 1973
A relativa calma ao longo das fronteiras terminaram no Dia da Expiação, o dia mais sagrado do calendário judaico, quando o Egito e a Síria lançaram um ataque de surpresa coordenado contra Israel (6 de outubro de 1973). Durante as três semanas seguintes, as Forças de Defesa de Israel mudaram o rumo da batalha e repeliram os ataques. Dois anos de difíceis negociações entre Israel e o Egito e entre Israel e a Síria resultaram em acordos de separação de tropas, pelos quais Israel se retirou de parte dos territórios conquistados na guerra.
Da Guerra à Paz
Embora a guerra de 1973 tenha custado a Israel um ano de seu PNB, a economia já tinha se recobrado na segunda metade de 1974. Os investimentos estrangeiros cresceram, e quando Israel se tornou um membro associado do MCE (1975), abriram-se novos mercados aos produtos israelenses. O turismo incrementou e o número anual de visitantes ultrapassou o marco de um milhão.
O círculo vicioso da rejeição por parte dos árabes a todos os apelos de paz de Israel foi rompido com visita do Presidente Anuar Sadat a Jerusalém (novembro 1977), à qual se seguiram negociações entre o Egito e Israel, sob os auspícios E.U., e que culminaram com os acordos de Camp David (setembro).
Rumo ao Século XXI
Após o assassinato do Primeiro-Ministro Ytzhak Rabin (Nov/95), o governo - de acordo com seu direito de nomear um dos ministros  (neste caso, obrigatoriamente um membro do Knesset - Parlamento Israelense) para exercer o cargo de primeiro-minstro até as próximas eleições - nomeou o Ministro das Relações Exteriores Shimon Peres a esta função. As eleições de maio de 1996 trouxeram ao poder uma coalizão governamental constituída de elementos nacionalistas, religiosos e centristas, chefiada por Benyamin Netanyahu do Likud.
PRINCIPAIS MOMENTOS HISTÓRICOS

XVII-VI a.C. Época Bíblica
XVII Abraão, Isaque e Jacó - os patriarcas do povo judeu estabelecem-se na Terra de Israel.
XIII Êxodo dos israelitas, que deixam o Egito conduzidos por Moisés e vagam no deserto  durante 40 anos.
XIII-XII Os israelitas se instalam na Terra de Israel
1020 A monarquia judaica é estabelecida; Saul é o primeiro rei
1000 Jerusalém torna-se a capital do reino de Davi
960 O Primeiro Templo, centro nacional e espiritual do povo judeu, é construída em Jerusalém pelo Rei Salomão
930 Divisão do reino: Judá e Israel
722-720 O reino de Israel é destruído pelos assírios; 10 tribos exiladas (as “Dez Tribos Perdidas”)
586 O reino de Judá é conquistado pela Babilônia. Jerusalém e o Primeiro Templo destruídos; a maioria dos judeus é exilada.
538-142 Períodos Persa e Helenístico
538-515 Muitos judeus retornam da Babilônia; o Templo é reconstruído
332 Alexandre Magno conquista o país; domínio helenístico
166-160 Revolta dos Macabeus (Hasmoneus) contra as restrições à prática do judaísmo e a profanação do Templo
-129 Autonomia judaica sob a liderança dos Hasmoneus
129-63 Independência judaica sob a monarquia dos Hasmoneus
63 Jerusalém capturada pelo general romano Pompeu
63-313 Domínio Romano
63-4 O Rei Herodes, vassalo romano, governa a Terra de Israel. O Templo de Jerusalém é  reformado.
20-33 Ministério de Jesus, o Cristo
 66 d.C Revolta dos judeus contra Roma
70 Destruição de Jerusalém e do Segundo Templo
73 Último bastião judeu em Massada
132-135 Revolta de Bar Kochba contra os romanos
313-636 Domínio Bizantino
614 Invasão  Persa
639-1099 Domínio árabe  
691 O Domo da Rocha é construída em Jerusalém pelo Califa Abd el-Malik, no local  dos Templos (Primeiro e Segundo).
1099-1291
Domínio Cruzado (Reino Latino de Jerusalém)
1291-1516
Domínio Mameluco
1517-1917
Domínio Otomano
1860 Primeiro bairro construído fora dos muros de Jerusalém
1881-1903 Primeira Aliá (imigração em grande escala), principalmente da Rússia
1897 Primeiro Congresso Sionista, reunido por Teodoro Herzl em Basiléia, Suíça; fundação da   Organização Sionista.
1904-14 Segunda Aliá, principalmente da Rússia e Polônia
1917 400 anos de domínio otomano chegam ao fim com a conquista britânica. Lord                        Balfour, Ministro de Relações Exteriores britânico declara o apoio ao estabelecimento de um  lar nacional judaico na  Palestina”
1918-1948 Domínio Britânico
1919-23 Terceira Aliá, principalmente da Rússia
1922 A Liga das Nações confia à Grã-Bretanha o Mandato sobre a Palestina (Terra de Israel); ¾  da área são entregues à Transjordânia, deixando apenas ¼  para o lar  nacional judaico. Criação da Agência Judaica, representante da comunidade  judaica  diante das autoridades do Mandato.
1924-32 Quarta Aliá, principalmente da Polônia
1933-30 Quinta Aliá, principalmente da Alemanha
1939 O Livro Branco britânico limita drasticamente a imigração judaica
1939-45 II Grande Guerra Mundial; Holocausto na Europa, onde 6 milhões de judeus, entre  os quais 1,5 milhão de crianças.
1947 A ONU propôs o estabelecimento dos estados árabes e judeu no país. Em 14 de maio de 1948 fim do Mandato Britânico. Proclamação do Estado de Israel.



A partir de 15 de maio de 1948 inicia-se com a invasão de cinco exércitos árabes a luta do povo judeu para fazer valer o seu direito de permanecer na terra que Deus havia prometido a Abraão, Isaque e Israel, os patriarcas.