quinta-feira, 28 de abril de 2011

A vida é curta!

A vida é curta!Preletor: Renato Vargens


Bíblia está cheia de textos que nos advertem a observamos com diligência o nosso tempo
Os anos passam com uma rapidez enorme, e sem que percebamos perdemos preciosas oportunidades de desfrutarmos momentos ricos e abençoados na presença daqueles que amamos. Na verdade, tenho a impressão que se tivéssemos a consciência do quanto a existência é efêmera e ligeira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogarmos fora às oportunidades que Deus nos dá a fim de nos relacionarmos saudavelmente com os que nos cercam.

Pais, filhos, cônjuges, parentes e amigos são dádivas do Senhor em nossas vidas. Desfrutar de suas companhias, significa celebrar a amizade, valorizar o riso, além de experimentar em doses homeopáticas do remédio de Deus para a alma cansada e ferida.

O Poeta Mário Quintana escreveu um poema sobre o tempo o qual reproduzo abaixo:

"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará." 


Caro leitor, a Bíblia está cheia de textos que nos advertem a observamos com diligência o nosso tempo. O salmista com muita propriedade escreve: “O homem é como pó, cuja existência na terra passa rapidamente diante de Deus. Os anos vêm e vão diante do Deus eterno... A vida do homem, em média de 70 a 80 anos, é breve. Tiago em seu epistola, nos alerta: "Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instantes e logo se dissipa". Ora, tudo neste mundo é incerto e passageiro. A vida passa com uma rapidez enorme e numa velocidade espantosa. Por acaso você já parou para pensar que a vida que Deus nos deu é como que um sopro diante da eternidade? De que a dianta você trabalhar que nem um carvoeiro e perder momentos preciosos junto aos que lhes são mais caros?

Pois é cara pálida, a vida é rápida e ligeira, portanto, aproveite o tempo que o Senhor lhe deu e desfrute da alegria de viver em comunhão com sua familia, amigos e irmãos. Comece essa semana com a alma renovada entendendo que a vida apesar de curta, dura e incerta, pode nos oferecer momentos de graça, amor, alegria e beleza.


 Pense nisso!

ADESIVOS DA FAMÍLIA

Adesivos podem ser perigosos, alerta delegado

“Alguém pode utilizar de forma criminosa porque os dados são eficazes para a prática de crimes", afirma Benedito Antonio Valencise, delegado seccional.
A esteticista Marialba Alcântara colou um adesivo no carro e não vê problema em mostrar a família. Cada boneco representa um integrante da casa. “Eu gosto da minha família grande e quero que todo mundo veja que a gente tem uma família feliz”.Para ela "a família feliz" é um só inocente adesivo, mas tem gente que trata o assunto com mais cautela.
Carlos Augusto Evangelista se considera uma vítima do adesivo. Bandidos seguiram o segurança do banco onde sacou dinheiro até a casa onde mora. Para ele, o adesivo no carro facilitou a ação dos criminosos. “O adesivo com certeza passou alguma dica, se ele me seguindo queria alguma dica, já teve a dica no adesivo. Mediante o ocorrido eu vou retirar”.
Nas universidades, a mania entre os estudantes é colocar no carro adesivo com o nome do curso e a cidade onde fica a faculdade.
Felipe Camargo Teodoro aprova o enfeite. “Como eu faço o curso, eu senti vontade de colocar o adesivo, eu acho que não tem problema”.
“Não tem dúvida que é perigoso porque as pessoas fornecem dados importantes que permitem a identificação, localização ou até dados que possibilitam a prática de quaisquer outros crimes, como por exemplo, a extorsão”, explica Benedito Antonio Valencise.
Outros adesivos informam os nomes dos filhos que estão com a família no carro. Para o delegado seccional, um prato cheio para os golpistas. “Nós temos conhecimento de situações de pessoas que conseguiram dados dessa forma e praticaram crimes".
Além dos cuidados com os adesivos, também é preciso redobrar a atenção com as informações disponibilizadas na internet. Sites de relacionamento e as redes sociais ganham a cada dia milhares de novos usuários. Muitos não se preocupam em deixar os seus dados pessoais expostos na rede mundial de computadores, uma rica fonte de informações os golpistas.
Por isso alguns cuidados são importantes para não se tornar mais uma vítima dos criminosos. “Nós devemos advertir, as pessoas para que tenham mais moderação nesses relacionamentos digitais e coloquem informações pontuais, informações que não possam comprometer a vida pessoal e profissional dessas pessoas no futuro. Uma vez ocorrendo o ato criminoso, procurar uma delegacia de polícia”, diz Daniel Freire e Almeida, da comissão direitos na internet - OAB / SP.

Fonte G1

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O que significa “CARALHO”?

O que significa “CARALHO”?
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.

O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.


Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo.

O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão:

“MANDAR P’RÓ CARALHO"



Hoje em dia,CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.

Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:

“ISTO É BOM COM’Ó CARALHO”

Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:

Mas que CARALHO é que estás a dizer?

Se nos aborrecemos com alguém ou algo, mandamo-lo p’ró CARALHO.
  

Se algo não nos interessa dizemos: NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.

Se, pelo contrário, algo chama a nossa atenção, então dizemos:

ISSO INTERESSA-ME COM’Ó CARALHO.

Também são comuns as expressões: Essa mulher é boa com’ó CARALHO (definindo a beleza);

Essa gaja é feia com’ó CARALHO(definindo a feiura);

Esse filme é velho com’ó CARALHO (definindo a idade);

Essa mulher mora longe com’ó CARALHO (definindo a distancia);


Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”. 

Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:

"ESTE TIPO É DO CARALHO" 

Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS A IR P’RÓ CARALHO”. 

Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:

PORRA,  POR ONDE CARALHO É QUE TENS ANDADO?
 

É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que o seu conteúdo lhe agrade com’ó CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa com’ó CARALHO. 

A partir deste momento poderemos dizer "CARALHO", ou mandar alguém p’ró "CARALHO" com um pouco mais de cultura e autoridade académica ...

Envie esta mensagem para alguém de quem goste com’ó “CARALHO”.

E TENHA UM DIA FELIZ!

“UM DIA DO CARALHO”

Pascoa

Páscoa e liberdade


Tanto para o povo hebreu, que viveu durante 430 anos no Egito - quase todo esse tempo em regime de escravidão -, quanto para os cristãos, a Páscoa tem um significado essencial: libertação. Aproveitando-nos do tempo e da época em que, com grande estardalhaço de coelhos e ovos, se comemora a páscoa comercial que traz alguma esperança de livramento da opressão da crise econômica para muitos envolvidos no mundo dos negócios, convido o leitor a refletir sobre o significado básico desse precioso evento.

Quando se fala em libertação, presume-se que existe a liberdade, bem como o cerceamento dela. A sua existência carece de uma definição, até mesmo para que possamos começar a conversar. Assim, nem a liberdade está livre de uma definição que a resuma, conceitue e lhe dê significado além da própria palavra. O conceito libertário, tão propagado nas décadas revolucionárias do final do século passado, em que o homem almejava ser “uma metamorfose ambulante”, livre de leis, de conceitos e de opiniões formadas, tem provado ser uma ilusão e um caminho de degradação para a raça humana, pois a liberdade de um, nesse sentido, é a prisão de outros. A ideia de uma liberdade absoluta morre quando deixamos de defini-la. Logo, a liberdade só pode ser “liberdade para” ou “liberdade de”, mas nunca “liberdade” só.

A conhecida história da libertação dos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó, registrada no livro do Êxodo (capítulo 12), mostra-nos estes dois lados da liberdade: “da” escravidão no Egito, onde eram oprimidos como etnia, e “para” adorar ao Deus de seus pais de maneira completa. Ali, o povo hebreu não só era escravo no corpo, mas escravo na mente, quando não tinha a liberdade de expressar a sua fé no Deus que havia se revelado aos seus antepassados e os convocava para a adoração verdadeira. O povo era escravo dos ídolos do Egito em suas mais variadas formas, fossem eles ídolos religiosos, culturais ou econômicos. Nem a liberdade de serem fecundos tinham, pois o soberano da nação mandou assassinar todas as crianças do sexo masculino que nascessem de mães israelitas (Êxodo 1.15).

A sua saída do Egito às pressas, depois que seus exatores foram fustigados pela mão de Deus, mostra-nos com clareza que a “liberdade de” tem como propósito a “liberdade para”. Disso os que foram libertados nunca poderiam esquecer, senão tornar-se-iam escravos mais uma vez. Deus lhes proveu uma maneira de manter isto vivo na memória: o povo poderia desfrutar da liberdade obedecendo ao que lhe era ensinado. Deveriam, todos os anos, reunir-se e celebrar a libertação comendo pães sem fermento durante uma semana, acompanhados de ervas amargas e com a carne de um cordeiro sem defeito, imolado para a ocasião especial. O pão lhes lembraria a rápida fuga, sem o tempo para a preparação do pão com fermento, quando deixaram um país e toda uma vida de escravidão para trás. As ervas seriam a lembrança do amargor de ser escravo e não ter liberdade “de” e “para”.2 O sangue do cordeiro seria passado nas portas, lembrando-lhes que a sua liberdade foi a custo de sangue e intervenção divina. Assim também lembrariam que não deveriam escravizar outras pessoas.



Pouco mais de um milênio depois da primeira Páscoa, um homem chamado Jesus (em hebraico, Josué), nascido na cidade de Belém da Judeia (que foi o berço do grande rei Davi) e criado no vilarejo de Nazaré (lugar desprezado na “Galileia dos gentios”), celebrava a Páscoa em Jerusalém junto com outros doze que o seguiam por toda parte. Sabemos que havia pão e vinho à mesa. Provavelmente serviu-se o cordeiro assado, conforme mandava a lei. Supomos que, por obediência, afinal não houve outro que fosse obediente como Jesus, as ervas amargas estivessem no centro, lembrando-lhes a escravidão passada e a amargura presente. Viviam na Terra Prometida, mas não tomaram posse dela. Tinham suas casas, mas não as possuíam. Criavam seus filhos na religião, mas não eram livres para servir ao Deus verdadeiro. Não eram estrangeiros, mas continuavam escravos. Quase todo o povo sabia dessa amarga realidade, mas poucos ousavam articular as palavras que a revelasse. Seus líderes religiosos mentiam a si mesmos dizendo: “somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém” (João 8.33). Eram escravos do seu próprio orgulho. Tinham os olhos cegos e o coração endurecido (Isaías 6.10), como o de Faraó, que não os deixara sair do Egito.3

O homem que coordenava a celebração naquele pequeno refeitório tinha uma clara missão: ensinar de maneira definitiva o significado da liberdade, exemplificar de maneira encarnada o que é ser livre e efetivar a libertação daqueles que viessem a conhecer a verdade.4 Como fez isso? Encarnando a própria Páscoa, experimentando o profundo amargor de ser condenado sem culpa e morto, tornando-se o próprio cordeiro pascal, o Cristo (que significa o ungido, escolhido por Deus).5 Assim, o Cordeiro Pascal veio trazer “liberdade para” que o ser humano pudesse ser, amar, servir e conhecer a verdade. E “liberdade do” pecado escravizante que cega e não permite ao indivíduo saber, sequer, que é escravo. Não é liberdade absoluta, no sentido pretendido pelo modernismo e pós-modernismo, mas relativa e condicionada à verdade absoluta que a define. Parte fundamental do sentido de liberdade está no respeito ao próximo, que é amar ao próximo como a si mesmo, mas isso é fruto de servir a Deus, amando-o do todo coração, força, alma e entendimento.

Como celebramos a liberdade cristã na Páscoa? Conhecendo a Verdade, amando a Deus e ao próximo, obedecendo àquele que nos ensinou a fazer, em memória dele, a encenação daquela última ceia pascal de que Ele mesmo partilhou. Repetindo-a por que Ele disse que estaria conosco até a consumação dos séculos.

 
 
 
Mauro Fernando Meister (ThM, DLitt), pastor, é professor e Coordenador do MDiv do Centro de Pós-graduação Andrew Jumper, do Instituto Presbiteriano Mackenzie.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

'É só resolver o terreno', diz Alckmin, sobre Itaquerão

Imagem da fachada do projeto do Itaquerão divulgada nesta segunda-feira

"O caminho é que abertura da Copa do Mundo seja no estádio do Corinthians em Itaquera.Todo o modelo já está formulado. A parte do governo do Estado, que são as obras para o polo institucional na zona leste, já está com os recursos liberados. Agora é só resolver a questão do terreno. A informação que eu tenho e que isso vai se resolver nos próximos dias com o Ministério Público", disse.
Ainda não foram resolvidos a retirada dos dutos da Petrobras no local onde será construída a arena e o processo do Ministério Público, que exige a devolução do terreno em Itaquera que foi cedido pela Prefeitura.
No domingo, o ministro do Esporte, Orlando Silva, criticou o fato de São Paulo já cogitar usar outro estádio que não o Itaquerão na Copa das Confederações de 2013, evento teste para o Mundial do ano seguinte.
Já Alckmin reforçou que o estádio corintiano deve estar pronto para a abertura da Copa e que São Paulo estará preparado para receber outros eventos ligados ao Mundial.
"As obras estarão prontas para oferecermos as melhores condições para a abertura da Copa, para o congresso da Fifa e para o congresso de mídia."

Corpos ficam espalhados por ruas de Misrata após batalha

Foto: AFP
Sobrevivente dos ataques, criança ferida é atentida por paramédico em hospital de Misrata
Corpos jaziam espalhados na cidade líbia de Misrata, controlada pelos rebeldes, e médicos sofriam para conseguir cuidar dos feridos nesta segunda-feira, depois de uma das batalhas mais sangrentas durante dois meses de cerco, segundo rebeldes e moradores. Na sequência de um ataque intenso de bombardeios durante a noite, as pessoas saíram de suas casas na manhã seguinte para ver cenas de devastação causadas pelas forças de Muammar Kadafi com mísseis e tanques.
Médicos disseram que mais de 20 pessoas foram mortas na batalha do domingo e 28 na de sábado. Um porta-voz dos rebeldes disse que o número de mortos pode ser maior. Três corpos foram carbonizados de maneira irreconhecível por conta do bombardeio durante a noite e um garoto de 10 anos foi morto enquanto dormia. Mas, segundo os residentes, muitos ataques não atingiram os seus alvos. Eles acrescentaram que o ataque parou quando os aviões da Otan sobrevoaram a cidade.
"Corpos de soldados de Kadafi estão espalhados por todos os lados, nas ruas e nos prédios. Não sabemos dizer quantos. Eles estiveram aqui por dias", disse por telefone Mohammed Ibrahim, um morador que teve seu primo morto no final de semana. As forças de Kadafi disseram que deixariam Misrata no final da semana passada para entregar a região para as tribos locais, confirmando que os ataques da Otan tinham afetado os soldados.
Os rebeldes, então, comemoraram a vitória prematuramente no sábado. Em poucas horas, Misrata viu uma das maiores batalhas do cerco na qual centenas de civis foram mortos na cidade que virou um símbolo de resistência contra Kadafi. Misrata era a única grande cidade da parte ocidental do país que ainda estava nas mãos dos rebeldes, e se as tropas de Gaddafi fossem retiradas de lá seria um revés significativo para eles.
Moradores disseram que as forças leais ao governo foram retiradas da rua Trípoli, palco das batalhas recentes, para a periferia da cidade, de onde partem para ataques esporádicos quando os aviões da Otan não estão à vista. No entanto, os moradores não sabem confirmar se o Exército saiu da cidade definitivamente.
No principal hospital de Misrata, os médicos sofreram para cuidar dos feridos. Um porta-voz dos rebeldes, Sami, disse que a situação humanitária está piorando rapidamente. "É indescritível. O hospital é muito pequeno, está lotado com feridos, a maioria em condições criticas", disse em entrevista por telefone. "A comida disponível na cidade também está diminuindo. O estado da cidade está deteriorando por conta do cerco de dois meses".
Líbia: de protestos contra Kadafi a guerra civil e intervenção internacional
Motivados pela onda de protestos que levaram à queda os longevos presidentes da Tunísia e do Egito, os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país em meados de fevereiro para contestar o líder Muammar Kadafi, no comando do país desde a revolução de 1969. Mais de um mês depois, no entanto, os protestos evoluíram para uma guerra civil que cindiu a Líbia em batalhas pelo controle de cidades estratégicas.
A violência dos confrontos entre as forças de Kadafi e a resistência rebelde, durante os quais multidões fugiram do país, gerou a reação da comunidade internacional. Após medidas mais simbólicas que efetivas, o Conselho de Segurança da ONU aprovou a instauração de uma zona de exclusão aérea no país. Menos de 48 horas depois, no dia 21 de março, começou a ofensiva da coalizão, com ataques de França, Reino Unido e Estados Unidos.

PRODUÇÃO EM MASSA

BB projeta retorno de 1 milhão de dólares em 2011
 O diretor executivo da Bíblica Brasil, Mario Barbosa, atraiu a atenção do CEO mundial do grupo após distribuir mais de 800 mil cópias da Bíblia no ano passado. No último mês, o CEO mundial da Biblica, uma empresa com mais de 200 anos de história e presença em 55 países, pegou um avião até o Brasil para ver com os próprios olhos o milagre operado pelo diretor da subsidiária local.
    O presidente do grupo internacional, ficou interessado pelo feito de Mario Barbosa que conseguiu vencer uma dívida de mais de 500 mil dólares da subsidiária brasileira e com isso equilibrou as contas e já buscando a perspectiva de faturar 1 milhão de dólares em 2011. Além disso, o Brasil é um dos mercados que a Bíblia é mais vendida.
    A história da Biblica no Brasil começou 16 anos atrás, quando a Sociedade Biblica Internacional – fundada em 1809, em Nova York – decidiu estabelecer operações no país para iniciar um esforço de tradução da Bíblia diretamente das linguas originais para o português. “Até então só tinhamos versões tarduzidas de outros idiomas”, explica Barbosa. O objetivo da nova tradução não era só oferecer uma versão mais fidedigna do texto, mas também torná-lo mais acessível ao público.
    O trabalho consumiu nada menos que 10 anos para ser completado. Cerca de 24 profisisonais, entre tradutores e revisores, se envolveram na árdua tarefa de passar os textos das línguas originais – o hebraico, o aramaico e o grego – para o português. “Estamos mexendo com o sagrado, portanto é preciso ser muito fiel”, justifica o diretor. Além de publicar o livro sagrado, a Biblica licencia o texto da Nova Versão Internacional para terceiros.
    Mundialmente a organização fatura anualmente 70 milhões de dólares, mas apesar dos grandes números a Bíblica do Brasil é uma organização sem fins lucrativos por isso seu faturamento é revertido em investimentos para continuar divulgando a Palavra de Deus e direcionando verbas para projetos de ação social e distribuindo gratuitamente o Livro Sagrado à pessoas que não têm recursos.

Data: 19/4/2011 08:43:10
Fonte: Revista Exame